Assutador não são os filmes de terror como Sexta-feira 13 ou qualquer um da série de Freddie Kruegger. Assustador é ver como os políticos ainda não se tocam que patrimômio publico é publico, e não privado.
Já se foi o tempo que nossos comandantes trabalhavam em prol da população. Não podemos, é claro, generalizar, em nenhum caso. Seja no passado, que também havia políticos corruptos e ladrões, como hoje, que também há pessoas sérias. Mas o que vemos é um buraco sem fim. Primeiro foram presos 12 prefeitos só em Minas Gerais, depois a lista se estendeu, já são quase 30 suspeitos. Um clássico exemplo de quadrilha que se formou em nosso Estado. E mesmo assim, nossos governantes insistem em pensar que não vão ser descobertos. E quando são descobertos, afirmam que é tudo perseguição política.
Assim como lançamos nossa campanha contra a compra de voto, com nosso lema "Aceite o feijão, mas não vote nele não", agora estamos encampando mais uma em defesa da população. É a fundação da Faculdade pela Ética Política Afrânio Avellar. O nome é em homenegam a um dos mais íntegros políticos que passou na prefeitura de Sete Lagoas. Este que deveria servir de inspiração para todos os políticos Sete-lagoanos, e não porquê brasileiros.
É hora de começar a mudar nossos País, e esta mudança começa nos municípios, onde fica o poder mais próximo da população. E se começa no município, começa também pelas eleições municipais, marcada para este ano. Aproveite, e comece a mudança agora. E não aceite suborno, como a maioria dos políticos, caso contrário, você se iguala à eles. "Aceite o feijão, mas não vote nele não".
segunda-feira, 14 de abril de 2008
quinta-feira, 10 de abril de 2008
A ficha insiste em não cair...
No dia 06 de março, publicamos aqui um texto sobre a devida educação dada a um leiturista do Saae, entitulado "Pela Educação". Apelidado carinhosamente de Sr. Boxer, este funcionário, que deveria ser público, fez mais uma vítima.
Ao conversar com um cidadão, antigo morador do centro, próximo à Vidraçaria Minas Gerais (nada de Jabá, só como ponto de referência), encontramos algo em comum. O Sr. Boxer também é leiturista em sua casa, e ele me reclamou da mesma (falta) de educação paculiar da pessoa que presta um serviço público e para o público. Segundo este morador, no último dia 02, Boxer berrou na porta de sua casa, entrou, leu e saiu de sua casa, sem nem mesmo olhar ou dar bom dia para o dono da casa. Ele já me contou que, se demorar um pouco para atender o berro de SAAAAAE em sua porta, o Boxer é capaz de avançar e tratar de forma rude o cidadão.
Pelo jeito a ficha ainda não caiu. Será que o Sr. Boxer não vê que é um funcionário público, e que seu salário é pago pelos contribuintes, que não por acaso, são pessoas como este senhor que me contou o caso? Será que educação ainda é um artigo em extinção em uma sociedade cada vez mais egocêntrica e mal-humorada?
Que cortem as cabeças...
Ao conversar com um cidadão, antigo morador do centro, próximo à Vidraçaria Minas Gerais (nada de Jabá, só como ponto de referência), encontramos algo em comum. O Sr. Boxer também é leiturista em sua casa, e ele me reclamou da mesma (falta) de educação paculiar da pessoa que presta um serviço público e para o público. Segundo este morador, no último dia 02, Boxer berrou na porta de sua casa, entrou, leu e saiu de sua casa, sem nem mesmo olhar ou dar bom dia para o dono da casa. Ele já me contou que, se demorar um pouco para atender o berro de SAAAAAE em sua porta, o Boxer é capaz de avançar e tratar de forma rude o cidadão.
Pelo jeito a ficha ainda não caiu. Será que o Sr. Boxer não vê que é um funcionário público, e que seu salário é pago pelos contribuintes, que não por acaso, são pessoas como este senhor que me contou o caso? Será que educação ainda é um artigo em extinção em uma sociedade cada vez mais egocêntrica e mal-humorada?
Que cortem as cabeças...
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Contra a cultura
O que me diz uma pessoa que é contra as manifestações culturais? Seria uma pessoa que iria contra ela mesma, contra os princípios de liberdade. Uma sociedade sem cultura, fatalmente perde sua identidade, fica fadada ao controle.
Pois é isso que vemos em Sete Lagoas. Depois de embargarem o Clube Náutico, onde agora está proibido qualquer tipo de show, agora é a vez do anfiteatro do Casarão, um espaço público, que deveria ser aberto para a população democraticamente. E quando falo decmocraticamente, falo de todos os tipos de manifestações culturais, seja ela o congado, um show de jazz ao heavy metal, sem distinção. Ou agora há também manifestações culturais melhores ou piores?
Por causa de um vizinho, que não quer perder seu delicioso sono, ou até mesmo perder as vídeo cassetadas do mega-cultural Faustão, o Casarão agora não pode ter nenhum tipo de apresentação musical. Se em Sete Lagoas a situação para a cultura já era complicada, imagina se fecharem as portas de todos os locais públicos, que deveriam servir a população? Isso por causa de uma pessoa que deve ser contra a cultura, logicamente.
O respeito às diversas manifestações culturais é que constituem a identidade de um povo. E proibir essas manifestações, é proibir a própria sociedade de falar. Essa atitude de impedir eventos no Anfiteatro lembra bem os tempos negros da ditadura militar. Será que ainda estamos longe da democracia?
Pois é isso que vemos em Sete Lagoas. Depois de embargarem o Clube Náutico, onde agora está proibido qualquer tipo de show, agora é a vez do anfiteatro do Casarão, um espaço público, que deveria ser aberto para a população democraticamente. E quando falo decmocraticamente, falo de todos os tipos de manifestações culturais, seja ela o congado, um show de jazz ao heavy metal, sem distinção. Ou agora há também manifestações culturais melhores ou piores?
Por causa de um vizinho, que não quer perder seu delicioso sono, ou até mesmo perder as vídeo cassetadas do mega-cultural Faustão, o Casarão agora não pode ter nenhum tipo de apresentação musical. Se em Sete Lagoas a situação para a cultura já era complicada, imagina se fecharem as portas de todos os locais públicos, que deveriam servir a população? Isso por causa de uma pessoa que deve ser contra a cultura, logicamente.
O respeito às diversas manifestações culturais é que constituem a identidade de um povo. E proibir essas manifestações, é proibir a própria sociedade de falar. Essa atitude de impedir eventos no Anfiteatro lembra bem os tempos negros da ditadura militar. Será que ainda estamos longe da democracia?
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Por goela abaixo é fo....!
Desde o ano passado alguns pretensos candidatos ou que se julgam com qualidade e predicados para exercer cargos políticos têm ventilado seus nomes tanto para a Câmara quanto para a Prefeitura de Sete Lagoas. Porém, enfiar uma candidatura por goela abaixo ou forçar a barra para este ou aquele partido é o fim da picada.
Têm pretensos candidatos aí com artigos em jornais, palavras em rádios, aparições em TV's ou internet, mas antes disso tudo, é preciso saber se o povo, o eleitor, quem realmente decide nas urnas, sabe quem são eles. Os resultados das últimas eleições em todos os níveis mostram que para ser eleito é preciso, além de ser conhecido, ter bagagem. Mas não é com bravatas, cutucadas ou coisas do tipo que eles vão fazer sua imagem colar junto aos setelagoanos.
O eleitor local é sofrido por natureza. Por várias ocasiões viu seu voto ser jogado no ralo. Denúncias de corrupção assolaram esta cidade de belezas naturais, mas o que se enxerga no horizonte é uma mudança de postura. O semanário Sete Dias publicou pesquisa em sua edição do dia 28 de março e ela retrata muito bem em que grau está a opinião do eleitor quanto às eleições de outubro: indecisão.
Segundo os números apresentados, mais de 51% ainda estão indecisos e é aí, caros amigos, que os pretensos candidatos vão se apegar, até mesmo aqueles que se julgavam sem chances nenhuma de vitória. Uma coisa é certa, muita água ainda vai correr por debaixo das várias pontes de Sete Lagoas e os moradores da periferia, que muitas vezes não sabem nem mesmo quem é o presidente do Brasil, serão visitados, como de costume ocorre de quatro em quatro anos.
A campanha está de pé e cada vez mais forte: "Aceite o saco de feijão, mas não vote nele NÃO!".
Têm pretensos candidatos aí com artigos em jornais, palavras em rádios, aparições em TV's ou internet, mas antes disso tudo, é preciso saber se o povo, o eleitor, quem realmente decide nas urnas, sabe quem são eles. Os resultados das últimas eleições em todos os níveis mostram que para ser eleito é preciso, além de ser conhecido, ter bagagem. Mas não é com bravatas, cutucadas ou coisas do tipo que eles vão fazer sua imagem colar junto aos setelagoanos.
O eleitor local é sofrido por natureza. Por várias ocasiões viu seu voto ser jogado no ralo. Denúncias de corrupção assolaram esta cidade de belezas naturais, mas o que se enxerga no horizonte é uma mudança de postura. O semanário Sete Dias publicou pesquisa em sua edição do dia 28 de março e ela retrata muito bem em que grau está a opinião do eleitor quanto às eleições de outubro: indecisão.
Segundo os números apresentados, mais de 51% ainda estão indecisos e é aí, caros amigos, que os pretensos candidatos vão se apegar, até mesmo aqueles que se julgavam sem chances nenhuma de vitória. Uma coisa é certa, muita água ainda vai correr por debaixo das várias pontes de Sete Lagoas e os moradores da periferia, que muitas vezes não sabem nem mesmo quem é o presidente do Brasil, serão visitados, como de costume ocorre de quatro em quatro anos.
A campanha está de pé e cada vez mais forte: "Aceite o saco de feijão, mas não vote nele NÃO!".
terça-feira, 1 de abril de 2008
Se queriam uma cabeça...
...então ela rolou. A caça aos demônios que colocaram o Democrata no inferno astral que está agora, acabou no corte da própria cabeça. Mas não de jogadores ou mesmo de técnico, mas do próprio presidente do clube. Humberto Timo anunciou nesta segunda-feira que deixava o cargo que fora eleito para até 2010.
Vamos aos fatos. Assim como postamos no texto anterior, ele não é o principal culpado. Mas foi o primeiro (ou segundo? Será que a demissão de Zezito conta?) que saiu pelas portas do fundo, ou pulou do barco na hora em que a crise se instalou definitivamente.
Para aqueles que cobram tanto da diretoria, é hora então de mostrar serviço. Coloquem suas manguinhas de fora e mão-na-massa, ou pé-na-bola, se for o caso. É hora de mostrar o outro lado que tanto reclamam do Sr. Presidente do Clube.
Reclamar, criticar é muito fácil. É hora de mostrar que as críticas se tornarão em soluções construtivas, principalmente no momento de resgatar um barco que começou a afundar ainda em 2007. Que joguem as bóias e salvem o que puderem...
Vamos aos fatos. Assim como postamos no texto anterior, ele não é o principal culpado. Mas foi o primeiro (ou segundo? Será que a demissão de Zezito conta?) que saiu pelas portas do fundo, ou pulou do barco na hora em que a crise se instalou definitivamente.
Para aqueles que cobram tanto da diretoria, é hora então de mostrar serviço. Coloquem suas manguinhas de fora e mão-na-massa, ou pé-na-bola, se for o caso. É hora de mostrar o outro lado que tanto reclamam do Sr. Presidente do Clube.
Reclamar, criticar é muito fácil. É hora de mostrar que as críticas se tornarão em soluções construtivas, principalmente no momento de resgatar um barco que começou a afundar ainda em 2007. Que joguem as bóias e salvem o que puderem...
Agora arrumam um culpado!
Vamos deixar um pouco de lado o teor político que permeou o último Comunicação Total de sábado (29/03) para falarmos de outro tema que agitou Sete Lagoas esta semana - a política ficará para outro post. O nosso Democrata, nosso porque é setelagoano, um patrimônio da cidade e de seu povo. O Jacaré caiu para a segundona do Mineiro, aliás, já era esperado se levarmos em consideração as péssimas campanhas que vinham sendo feitas há pelo menos 1 ano. Na Taça Minas Gerais, por exemplo, o clube figurou na lanterna por toda a competição, não venceu ninguém e só não caiu porque não havia descenso.
Pois bem, mantido o técnico Zezito, que já não vinha de tão boas campanhas com a Caldense de Poços de Caldas, o Alvi-Rubro iniciou treinamentos mais cedo, em novembro do ano passado. Tudo aquilo que o técnico queria a diretoria fez, contratações e tudo mais. A mídia deu apoio, o empresariado abraçou a causa, teve cota de TV, mas dentro das quatro linhas, apesar de um plantel considerado excelente no papel, o Democrata foi pro vinagre!
Agora, os agourentos, justamente aqueles que mesmo na bonança trataram de desancar o clube e sua diretoria, vão à procura dos culpados, ou o culpado. E quem é ele? O presidente Humberto Timo, obviamente. Na verdade, quando se vence, ganham todos e quando se perde, são todos também os derrotados. A diretoria teve sua parcela de culpa, sim, é claro, mas a comissão técnica também é a culpada e principalmente os jogadores, que são justamente aqueles que correm atrás da bola, apesar de que nenhum deles pediu para ser contratado. O técnico Serginho, coitado, pegou uma vaca mais que atolada. É inexperiente, mas mesmo assim quis fazer de tudo pelo clube de sua cidade natal.
Os números não mentem. O Jacaré teve a pior defesa do Mineiro e também o pior ataque da competição. Os atacantes não souberam colocar a bola nas redes e o resultado disso não poderia ser outro: Módulo II. Que isso sirva de lição para que haja um movimento e que o clube possa disputar a segundona com honra e voltar já no próximo ano. Que tenham também chances atletas locais e da região - aqui sempre se teve grandes valores - e que terão orgulho de vestir o manto Alvi-Rubro. Que a torcida não deixe de apoiar a diretoria, seja quem comandar o clube - se o atual presidente ou outro - e que os empresários possam abraçar, como fizeram este ano, o nosso Democrata, este sim, a instituição, nunca morrerá!.
Não se pode deixar que o Jacaré sucumba ao ostracismo de épocas anteriores e aí deve se dar o mérito ao presidente Humberto Timo, que reativou o profissional, disputou a terceira, a segunda e retornou à primeira sob comando de Fred Incalado e de Brandãozinho, além de construir um dos melhores estádios do país. Brandãozinho, justamente aquele que todos chamavam de burro e retranqueiro, mas que sob seu comando o Jacaré não foi goleado - pelo menos que nos lembremos agora, e que está em vias de classificar o Guarani de Divinópolis para a semifinal do Mineiro.
A diretoria errou? Sim, errou, mas isso não é motivo para que insanos pichem sua casa, destruam um patriomônio que é seu e de sua família. Ele deve ser cobrado nas vias legais, no Conselho Deliberativo - e que este faça seu papel. Não somos advogados do presidente, mas ele não é o demônio como pintam seus adversários. Tem seus méritos, como tem seus defeitos. Agora é juntar os cacos, ter forças para reeguer este grande patrimônio que é o Democrata DE SETE LAGOAS!
Pois bem, mantido o técnico Zezito, que já não vinha de tão boas campanhas com a Caldense de Poços de Caldas, o Alvi-Rubro iniciou treinamentos mais cedo, em novembro do ano passado. Tudo aquilo que o técnico queria a diretoria fez, contratações e tudo mais. A mídia deu apoio, o empresariado abraçou a causa, teve cota de TV, mas dentro das quatro linhas, apesar de um plantel considerado excelente no papel, o Democrata foi pro vinagre!
Agora, os agourentos, justamente aqueles que mesmo na bonança trataram de desancar o clube e sua diretoria, vão à procura dos culpados, ou o culpado. E quem é ele? O presidente Humberto Timo, obviamente. Na verdade, quando se vence, ganham todos e quando se perde, são todos também os derrotados. A diretoria teve sua parcela de culpa, sim, é claro, mas a comissão técnica também é a culpada e principalmente os jogadores, que são justamente aqueles que correm atrás da bola, apesar de que nenhum deles pediu para ser contratado. O técnico Serginho, coitado, pegou uma vaca mais que atolada. É inexperiente, mas mesmo assim quis fazer de tudo pelo clube de sua cidade natal.
Os números não mentem. O Jacaré teve a pior defesa do Mineiro e também o pior ataque da competição. Os atacantes não souberam colocar a bola nas redes e o resultado disso não poderia ser outro: Módulo II. Que isso sirva de lição para que haja um movimento e que o clube possa disputar a segundona com honra e voltar já no próximo ano. Que tenham também chances atletas locais e da região - aqui sempre se teve grandes valores - e que terão orgulho de vestir o manto Alvi-Rubro. Que a torcida não deixe de apoiar a diretoria, seja quem comandar o clube - se o atual presidente ou outro - e que os empresários possam abraçar, como fizeram este ano, o nosso Democrata, este sim, a instituição, nunca morrerá!.
Não se pode deixar que o Jacaré sucumba ao ostracismo de épocas anteriores e aí deve se dar o mérito ao presidente Humberto Timo, que reativou o profissional, disputou a terceira, a segunda e retornou à primeira sob comando de Fred Incalado e de Brandãozinho, além de construir um dos melhores estádios do país. Brandãozinho, justamente aquele que todos chamavam de burro e retranqueiro, mas que sob seu comando o Jacaré não foi goleado - pelo menos que nos lembremos agora, e que está em vias de classificar o Guarani de Divinópolis para a semifinal do Mineiro.
A diretoria errou? Sim, errou, mas isso não é motivo para que insanos pichem sua casa, destruam um patriomônio que é seu e de sua família. Ele deve ser cobrado nas vias legais, no Conselho Deliberativo - e que este faça seu papel. Não somos advogados do presidente, mas ele não é o demônio como pintam seus adversários. Tem seus méritos, como tem seus defeitos. Agora é juntar os cacos, ter forças para reeguer este grande patrimônio que é o Democrata DE SETE LAGOAS!
quinta-feira, 20 de março de 2008
Panfletagem que incomoda
O tema é recorrente nas conversas e debates aos sábados no nosso Comunicação Total, mas até o presentes momento nada foi feito quanto à questão da panfletagem na orla da Lagoa Paulino, um dos principais, senão o, cartão postal de Sete Lagoas. O que indigna e nos leva à reflexão é que nenhuma autoridade competente do Município ainda atentou para o incômodo da entrega de panfletos em pleno horário de maior movimento na orla, às sextas e sábados - domingos também não fogem à regra - seja de um lado (Cel. Altino França) ou de outro (Getúlio Vargas).
A orla da Lagoa Paulino, normalmente, já é um local bastante difícil de transitar à noite por causa da quantidade de veículos e a baixa velocidade dos mesmos. Se cada motorista for obrigado a parar, pegar seu(s) panfleto(s) para só então seguir adiante, o caos estará instalado - se já não o está. Perguntamo-nos, onde está o Código de Posturas para estabelecer limites à farra existente naquele ponto?
Em épocas passadas chegou-se a impedir o estacionamento de veículos na parte "interna" na Lagoa Paulino, ou seja, junto à calçada da orla. Medida acertada, que fez com que o movimento fluisse melhor, mas a indignação de comerciantes fez com que a Prefeitura revesse a questão e liberasse novamente as vagas. Não se trata de discutir se pode ou não estacionar, mas pelo menos fazer com que o trânsito flua melhor e aí, queiram ou não queiram, há de se impedir a panfletagem.
A culpa, neste ponto, recai sobre as autoridades competentes e porquê não sobre os responsáveis pela propaganda. Este tipo de "mídia" contribui para que continuemos sendo uma cidade interiorana, onde não se dá o devido valor aos jornais, rádios, TV's e sites legalizados. Sobre os "picaretas" da mídia, já comentamos em postagem anterior. Cada um que tire sua conclusão.
A orla da Lagoa Paulino, normalmente, já é um local bastante difícil de transitar à noite por causa da quantidade de veículos e a baixa velocidade dos mesmos. Se cada motorista for obrigado a parar, pegar seu(s) panfleto(s) para só então seguir adiante, o caos estará instalado - se já não o está. Perguntamo-nos, onde está o Código de Posturas para estabelecer limites à farra existente naquele ponto?
Em épocas passadas chegou-se a impedir o estacionamento de veículos na parte "interna" na Lagoa Paulino, ou seja, junto à calçada da orla. Medida acertada, que fez com que o movimento fluisse melhor, mas a indignação de comerciantes fez com que a Prefeitura revesse a questão e liberasse novamente as vagas. Não se trata de discutir se pode ou não estacionar, mas pelo menos fazer com que o trânsito flua melhor e aí, queiram ou não queiram, há de se impedir a panfletagem.
A culpa, neste ponto, recai sobre as autoridades competentes e porquê não sobre os responsáveis pela propaganda. Este tipo de "mídia" contribui para que continuemos sendo uma cidade interiorana, onde não se dá o devido valor aos jornais, rádios, TV's e sites legalizados. Sobre os "picaretas" da mídia, já comentamos em postagem anterior. Cada um que tire sua conclusão.
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