Nesta terça-feira, dia 23, a televisão local (leia-se ETV) promove mais um debate entre os candidatos a prefeito. A começar, não criticamos a inciativa, de forma alguma, mas esperamos que haja debate, e não uma entrevista coletiva, onde os candidatos falam confortavelmente suas plataformas, que muitas vezes esquecem no dia 6 de outubro.
O que vimos é uma chuva de debates, e alguns nem tanto debates, nesta campanha eleitoral. É um serviço à população sim, afinal é um dos processos mais democráticos do mundo. Mas o exagero à vezes perde o sentido. Com tantos debates, em tantos locais, o que nos transparece é que os discursos dos candidatos ficam um tanto quanto pasteurizados. A coisa se torna uma mesmice, e as pessoas já não prestam tanta atenção. Ou será que os discursos estão mesmo pasteurizados?
Mas voltando ao debate promovido pela televisão, este talvez seja o que tenha mais alcance em toda a população. Justificativa: muitos outros promovidos ficam restritos apenas à aquela comunidade. Enquanto que televisão, até geladeira agora tem...
Então fiquem de olho. Este Blog apoia para que todos assistam este debate, mas de uma forma crítica, com um olhar curioso e sempre duvidando de algumas palavras que levam ao lugar comum. Depois daremos aqui mais um de nossos pitacos...
E não se esqueçam de nossa campanha: ACEITE O FEIJÃO, MAS NÃO VOTE NELE NÃO!!!!!
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Foliões órfãos
Aqui perguntamos, aqui respondemos. Depois de indagarmos onde foram parar os eventos de grande porte, conseguimos uma resposta, que deve deixar uma parte da população triste, mais precisamente os foliões, e outra alegre.
A organização do Carna7 reuniu alguns integrantes da imprensa sete-lagoana (na verdade, foram muito poucos que estiveram por lá), para confirmar o que já havíamos pressentido. Não haverá Carna7 este ano. O motivo? Falta de espaço adequado.
Eles admitiram que a Antônio Olinto não tem a menor condição de receber a micareta, assim como o Parque de Exposições JK não aporta este tipo de evento, que precisa ter trios-elétricos rodando, o que levanta a poeira, literalmente. Mas os organizadores prometeram levantar a bandeira de defender a construção de uma espécie de Sambódromo, à La Sete Lagoas. O que ficaria a cargo da próxima administração. Um conselho? então grude nos candidatos, e peçam uma palavra formal, um documento, em três vias, assinado e protocolado, se possível registrado. Pelo que a gente conhece de políticos, eles tem uma memória cuuurrrrtaaaa!!!!!
Assim, este ano os foliões estão órfãos de carnaval temporão em Sete Lagoas. Perde parte do comércio, como os hotéis, lanchonetes e restaurantes. Ganham aqueles que preferem a paz de nossa pacata cidade.
Mas ainda fica a pergunta: E O ENCONTRO DE MOTOCICLISTAS?
A organização do Carna7 reuniu alguns integrantes da imprensa sete-lagoana (na verdade, foram muito poucos que estiveram por lá), para confirmar o que já havíamos pressentido. Não haverá Carna7 este ano. O motivo? Falta de espaço adequado.
Eles admitiram que a Antônio Olinto não tem a menor condição de receber a micareta, assim como o Parque de Exposições JK não aporta este tipo de evento, que precisa ter trios-elétricos rodando, o que levanta a poeira, literalmente. Mas os organizadores prometeram levantar a bandeira de defender a construção de uma espécie de Sambódromo, à La Sete Lagoas. O que ficaria a cargo da próxima administração. Um conselho? então grude nos candidatos, e peçam uma palavra formal, um documento, em três vias, assinado e protocolado, se possível registrado. Pelo que a gente conhece de políticos, eles tem uma memória cuuurrrrtaaaa!!!!!
Assim, este ano os foliões estão órfãos de carnaval temporão em Sete Lagoas. Perde parte do comércio, como os hotéis, lanchonetes e restaurantes. Ganham aqueles que preferem a paz de nossa pacata cidade.
Mas ainda fica a pergunta: E O ENCONTRO DE MOTOCICLISTAS?
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
IR OU NÃO, EIS A QUESTÃO?
Muito se fala e muito repercute em toda a cidade sobre a ausência em debates e reuniões para colocação de propostas de governo. Mas ir ou não, eis a questão? Como abordado anteriormente em No Prelo, todo candidato tem sim o direito de faltar aos eventos, mas é justamente aí que reside um ponto a ser salientado. Com as restrições impostas pela Justiça Eleitoral, como proibição de comícios, fundos de quintal etc, como fazer para que o povo saiba o que será feito caso este ou aquele candidato venha a ser o vencedor?
Falar que houve um debate propriamente dito seria mentiroso de nossa parte, o que houve, até o momento, em todos os locais, foi colocação de propostas e “entrevistas” onde todos respondem a perguntas. Debate mesmo, ou embate como queiram, um confrontando e indagando o outro, não houve ainda e não sabemos se haverá. Segundo comentários, na próxima semana dois eventos do tipo acontecerão e neles, sim, haverá confronto de propostas. Aí o eleitor poderá, até que enfim, saber quem se sai melhor e quem se sai pior.
Porém, não quer dizer que se um candidato não tem o dom de falar em público ele é péssimo político ou administrador. Não, mas se este ou aquele não consegue discorrer sobre suas próprias metas e se enrola quando questionado, aí o bicho pega. Um político tem que ser firma, tem que, pelo menos, saber suas propostas e como explicar sua implementação. É o mínimo que se exige de um administrador qualificado. O eleitor deve estar atento
Falar que houve um debate propriamente dito seria mentiroso de nossa parte, o que houve, até o momento, em todos os locais, foi colocação de propostas e “entrevistas” onde todos respondem a perguntas. Debate mesmo, ou embate como queiram, um confrontando e indagando o outro, não houve ainda e não sabemos se haverá. Segundo comentários, na próxima semana dois eventos do tipo acontecerão e neles, sim, haverá confronto de propostas. Aí o eleitor poderá, até que enfim, saber quem se sai melhor e quem se sai pior.
Porém, não quer dizer que se um candidato não tem o dom de falar em público ele é péssimo político ou administrador. Não, mas se este ou aquele não consegue discorrer sobre suas próprias metas e se enrola quando questionado, aí o bicho pega. Um político tem que ser firma, tem que, pelo menos, saber suas propostas e como explicar sua implementação. É o mínimo que se exige de um administrador qualificado. O eleitor deve estar atento
RECLAMAÇÕES AUMENTAM EM ÉPOCA ELEITORAL
Em época de eleições é normal, perfeitamente compreensível, que haja aumento de reclamações de toda ordem, seja por educação, cultura, esportes e lazer, entre outros setores de uma administração pública. No ano eleitoral, ou mais precisamente o curto período que antecede o pleito e que é utilizado pelos candidatos à Prefeitura para mostrarem suas propostas, as denúncias são mais agudas e um e outro candidato se utiliza disso para subir seus índices, muitas vezes alavancados com a ajuda da mídia.
Mas em Sete Lagoas, o setor de Saúde e saneamento – sobretudo a água – têm sido os alvos preferidos. Não cabe aqui neste espaço falar se está certo ou errado, mas há de se levantar algumas questões pertinentes. Será que a área de Saúde nunca passou por problemas anteriormente? Será que justo em época eleitoral o sistema se transformou de caótico – que já o era – para o inferno na terra? Quanto à falta d’água em determinadas regiões, o problema sempre existiu ou nos últimos meses piorou? E se piorou, qual a causa disso, problema em bombas, falta de água devido à pouca chuva dos últimos meses ou algo que ninguém e nem São Pedro pode explicar?
É nítido que as reclamações de toda monta aumentaram consideravelmente. Muito disso se deve pela ampla cobertura de alguns veículos de comunicação, justamente neste período, aos protestos de moradores de alguns bairros, principalmente os mais periféricos e onde candidatos buscam seus votinhos. A Constituição Federal garante que o Poder Público deve dar meios de sobrevivência adequada ao povo e este tem, sim, o direito de reclamar, mas cuidado com este período eleitoral.
Mas em Sete Lagoas, o setor de Saúde e saneamento – sobretudo a água – têm sido os alvos preferidos. Não cabe aqui neste espaço falar se está certo ou errado, mas há de se levantar algumas questões pertinentes. Será que a área de Saúde nunca passou por problemas anteriormente? Será que justo em época eleitoral o sistema se transformou de caótico – que já o era – para o inferno na terra? Quanto à falta d’água em determinadas regiões, o problema sempre existiu ou nos últimos meses piorou? E se piorou, qual a causa disso, problema em bombas, falta de água devido à pouca chuva dos últimos meses ou algo que ninguém e nem São Pedro pode explicar?
É nítido que as reclamações de toda monta aumentaram consideravelmente. Muito disso se deve pela ampla cobertura de alguns veículos de comunicação, justamente neste período, aos protestos de moradores de alguns bairros, principalmente os mais periféricos e onde candidatos buscam seus votinhos. A Constituição Federal garante que o Poder Público deve dar meios de sobrevivência adequada ao povo e este tem, sim, o direito de reclamar, mas cuidado com este período eleitoral.
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Poluem sim... Admitam...
Uma reportagem realizada pelo nosso amigo jornalista Celso Martinelli, o Celsinho, do Sete Dias coloca às claras a atual situação do esgoto em Sete Lagoas. O assunto em si não é muita surpresa e sabemos que é um abacaxi a ser descascado. Prá começar, o local é resultado de invasão, ou seja, a prefeitura não havia programado nenhum serviço para o lugar. Ai a coisa vira uma grande bola de neve, que só aumenta e no final a solução é complicada.
Mas o que chama a atenção é o final do texto, que reproduzimos com destaque aqui. "Via assessoria, a autarquia informou que da Rua da Mata até o final da Horácio Indio Brasil realmente não existe rede coletora de esgoto. O motivo: falta de condições técnicas, já que não há possibilidade de escoar o esgoto até o córrego do Diogo e para realização da obra, a rede teria que passar dentro de uma propriedade particular".
O estarrecedor é a leitura nas entrelinhas. Com esta frase a nossa autarquia municipal de serviço de água e esgoto, leia-se Saae, assume que os esgotos são jogados diretamente em nossos córregos sem tratamento. Então agora é assumida de forma aberta, para todos nós ficarmos sabendo da finalidade de nossas necessidades essenciais do dia-a-dia. É assumir que todos nós estamos contribuindo para a poluição não só de nossos córregos, mas também de nosso solo e mais além, de nosso subsolo, de onde retiramos a água que bebemos, tomamos banho. Ou seja, estamos bebendo o que jogamos, ou o que, desculpe os termos aos leitores, mijamos e cagamos. É muito gratificante saber que estamos reciclando nosso próprio produto, estamos à frente em termos ecológicos.
Com a palavra nossos candidatos...
Mas o que chama a atenção é o final do texto, que reproduzimos com destaque aqui. "Via assessoria, a autarquia informou que da Rua da Mata até o final da Horácio Indio Brasil realmente não existe rede coletora de esgoto. O motivo: falta de condições técnicas, já que não há possibilidade de escoar o esgoto até o córrego do Diogo e para realização da obra, a rede teria que passar dentro de uma propriedade particular".
O estarrecedor é a leitura nas entrelinhas. Com esta frase a nossa autarquia municipal de serviço de água e esgoto, leia-se Saae, assume que os esgotos são jogados diretamente em nossos córregos sem tratamento. Então agora é assumida de forma aberta, para todos nós ficarmos sabendo da finalidade de nossas necessidades essenciais do dia-a-dia. É assumir que todos nós estamos contribuindo para a poluição não só de nossos córregos, mas também de nosso solo e mais além, de nosso subsolo, de onde retiramos a água que bebemos, tomamos banho. Ou seja, estamos bebendo o que jogamos, ou o que, desculpe os termos aos leitores, mijamos e cagamos. É muito gratificante saber que estamos reciclando nosso próprio produto, estamos à frente em termos ecológicos.
Com a palavra nossos candidatos...
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Sobre o debate
Apesar de ter sido fechado ao público, a noite de quarta-feira se voltou para mais um debate entre os candidatos à prefeitura de Sete Lagoas no Unifemm. Antes de tudo é bom enfatizar que sou contra aquela mania boba de se eleger um vencedor de um debate. O espaço é para se discutir plataformas e planos de governo e vai caber ao eleitor em geral decidir, de quem será o detentor por quatro anos da cadeira de chefe de executivo. Então não venham perguntar quem foi o campeão, não vamos dizer.
Mas há impressões sim, sobre o que cada um falou. Se a ausência do candidato Maroca, do PSDB, é uma estratégia de campanha, cabe a ele perguntar. Se é um afronto à democracia, digo que nem tanto, afinal, ele tem o direito de recusar tal convite. Cabe o eleitor tirar suas próprias conclusões. Não é para isso que existem os debates?
O ponto alto do debate foi realmente o momento em que cada candidato formulou perguntas para seu oponente. Muitas vezes é neste momento que eles mostram suas caras. E a coisa esquentou quando a discussão ficou entre Leone Maciel e Dr. João Batista (doutor em quê, se doutor é para quem fez doutorado), em torno de política pública de saúde, principalmente na questão do Pró-hosp, que em Sete Lagoas foi destinado ao Hospital Nossa Senhora das Graças. Mas também foi só...
O restante foi o velho discurso político, em que todos conhecem os tradicionais problemas da cidade, apontam soluções, mas, sem sabermos o porque, quando chegam eleitos, esquecem de tudo, que falavam e que conheciam.
Bom, mas se querem realmente a impressão, não destes repórteres, mas das pessoas presentes em geral que depois conversaram sobre o assunto, então a opinião é a seguinte: o Emílio tem uma lábia muito boa, e se dependesse somente disso, ganharia ali muitos votos. Mas a decisão é nas urnas, e ainda faltam mais de 20 dias para o pleito... Então vamos esperar...
Mas há impressões sim, sobre o que cada um falou. Se a ausência do candidato Maroca, do PSDB, é uma estratégia de campanha, cabe a ele perguntar. Se é um afronto à democracia, digo que nem tanto, afinal, ele tem o direito de recusar tal convite. Cabe o eleitor tirar suas próprias conclusões. Não é para isso que existem os debates?
O ponto alto do debate foi realmente o momento em que cada candidato formulou perguntas para seu oponente. Muitas vezes é neste momento que eles mostram suas caras. E a coisa esquentou quando a discussão ficou entre Leone Maciel e Dr. João Batista (doutor em quê, se doutor é para quem fez doutorado), em torno de política pública de saúde, principalmente na questão do Pró-hosp, que em Sete Lagoas foi destinado ao Hospital Nossa Senhora das Graças. Mas também foi só...
O restante foi o velho discurso político, em que todos conhecem os tradicionais problemas da cidade, apontam soluções, mas, sem sabermos o porque, quando chegam eleitos, esquecem de tudo, que falavam e que conheciam.
Bom, mas se querem realmente a impressão, não destes repórteres, mas das pessoas presentes em geral que depois conversaram sobre o assunto, então a opinião é a seguinte: o Emílio tem uma lábia muito boa, e se dependesse somente disso, ganharia ali muitos votos. Mas a decisão é nas urnas, e ainda faltam mais de 20 dias para o pleito... Então vamos esperar...
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Cadê o encontro?
Perguntar não ofende... Depois de termos sido rechaçados em nosso próprio blog, onde até um membro foi apelidado de "jornalista de calças curtas metido a intelectual" (até hoje estamos surpreendidos com tal denominação), ocasião em que fomos obrigados a monitorar os comentários, bem ao contrário de nossa idéia inicial, voltamos à pergunta. Cadê o Encontro Nacional dos Motociclistas?
Anteriormente tivemos a informação que não iria mais acontecer, mas agora perguntamos a nossos leitores, se sabem de alguma informação. Ou será que estávamos certos quando colocamos o texto aqui? Cadê o econtro dos motociclistas?
Aliás, vamos mais além. Apesar de não ser o tipo de turistas ideais, os foliões de carnavais temporões de alguma forma deixam dinheiro na cidade, nos hotéis, restaurantes, botecos, lanchonetes. Então, cadê o Carnasete? Vamos nos transformar em uma cidade sem eventos? O próximo seria a Exposete?
CADÊ O ENCONTRO DOS MOTOCICLISTAS? CADÊ O CARNASETE? Alguém viu por ai?...
Anteriormente tivemos a informação que não iria mais acontecer, mas agora perguntamos a nossos leitores, se sabem de alguma informação. Ou será que estávamos certos quando colocamos o texto aqui? Cadê o econtro dos motociclistas?
Aliás, vamos mais além. Apesar de não ser o tipo de turistas ideais, os foliões de carnavais temporões de alguma forma deixam dinheiro na cidade, nos hotéis, restaurantes, botecos, lanchonetes. Então, cadê o Carnasete? Vamos nos transformar em uma cidade sem eventos? O próximo seria a Exposete?
CADÊ O ENCONTRO DOS MOTOCICLISTAS? CADÊ O CARNASETE? Alguém viu por ai?...
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