domingo, 5 de outubro de 2008

Mais baixaria

A baixaria tomou conta da campanha de Sete Lagoas. Encontrei na porta de minha casa agora de manhã um panfleto anônimo de muito mal gosto. Como é sabido por nossos leitores/ouvintes, não apoiamos nenhum dos candidatos à prefeitura de Sete Lagoas, e muito menos este tipo de baixaria.

Usaram o livro da irmã de Maroca, que é portadora de deficiência especial e não tem nada a ver com a política, para denegrir a imagem do candidato. Isso se chama falta de respeito e uma baixaria completa.

Repetimos, não apoiamos o candidato A ou B. Mas sim apoiamos a ética na política em Sete Lagoas. Repugnamos este tipo de ação e qualquer outra que venha a ser adotada por qualquer um que seja candidato.

Piadinha 02

A segunda é sobre a própria imprensa e o candidato João Batista. Como ele atrasou e não chegou no horário marcado, às 9h, os repórteres saíram para cobrir a votação de Maroca, que disputa diretamente com Leone a cadeira da Praça do Barão do Rio Branco. As maldosas línguas de nós jornalistas diziam que João Batista perdeu a única chance de ter algum destaque na mídia pelo atraso.

Piadinhas

O dia é maçante para nós da imprensa. E para aliviar um pouco a tensão, piadinhas sempre surgem. A primeira foi logo cedo. Será que Maroca vai se trair? Afinal, Maroca vota no (colégio)Emílio de Vasconcelos...

Votados



O dia de votação começou logo cedo. Os quatro candidatos a prefeito na cidade foram às urnas antes mesmo das 10h15. Primeiro quem compareceu à sua seção, no Colégio Padre D'Amato foi Leone, logo às 8h45. Seguido do Dr. João Batista, que vota no Colégio Estadual, o Maurílio de Jesus Peixoto. Já às 10h20 foi a vez de Maroca na Escola Emílio de Vasconcelos Costa, e no mesmo horário o candidato Emílio Vasconcelos, mas no Clube de Mães, próximo ao Clube Náutico.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Em fase de espera

Em meio à toda loucura das eleições, não podemos esquecer também do esporte. Aliás, não se pode esquecer de nada, da educação, da cultura, da saúde. Uma cidade não pode parar por causa de uma eleição.

Mas o nosso Democrata está em fase de espera. À espera do resultado do julgamento, que agora foi para uma instância supeior, no Rio de Janeiro, que refere ao tapetão que o clube recebeu do Cruzeiro no juniores. À espera de João Carlos, que deve assumir o time principal para o módulo B do mineiro, para tentar voltar para a elite do futebol de Minas Gerais. À espera de novembro, para definir o time que vai para a competição. Mas também à espera de janeiro, em que o time de juniores vai para São Paulo disputar a copa daquele estado, um olheiro brasileiro para catapultar os novos talentos da pelota e levá-los para fora, mais uma vez. À espera de vender todos os relógios exclusivos ( e que são bonitos) para recuperar os campos do Centro de Treinamento. E ainda pior, a espera da chuva, para recuperar uma bobagem que alguém fez no gramado da Arena do Jacaré. Tá pior que a rodovia BR-040, de tanto buraco.

Enfim... É esperar.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Bom exemplo

Em tempos de eleições, tudo é válido. Até mesmo um bom exemplo de um país que a eleição dá um nó na cabeça de tanta complicação. Mas o fato é que, nos EUA, onde a decisão para ocupar o cargo mais importante do país não é através do voto direto, os debates entre os candidatos são tão importantes que há um debate específico para os candidatos a vice-presidente.

A republicana Sarah Palin, vice de McCain, e o democrata Joe Biden, da chapa de Barack Obama, se enfrentam hoje em debate que será televisionado para todo o país. Os organizadores esperam uma audiência superior aos 52 milhões de expectadores que assistiram ao debate entre os presidenciáveis.

E o que é que a gente tem a ver com isso? É que aqui, em tempos de eleições, se preocuparam tanto com os debates entre os prefeituráveis, que esqueceram dos vices. Um debatezinho entre os candidatos a vice seria mais um passo para o crescimento da democracia.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Mais uma oportunidade...

Pois bem, já comentamos aqui em No Prelo sobre a quantidade exagerada de debates e eventos do tipo nas eleições municipais em Sete Lagoas, o que na visão de muitos serviu para desgastar o processo e deixar os eventos maçantes para quem os acompanhou. Na verdade, até escola primária queria fazer debate. Nada contra, mas critério é algo a ser observado, sobretudo numa eleição tão acirrada e de uma cidade que caminha para 250 mil habitantes fácil, fácil.

Mas nesta semana final de campanha, já que no domingo que vem vamos digitar os números na urna eletrônica e escolher o prefeito para os próximos quatros anos, além dos 13 vereadores que irão compor nossa tão prestigiosa Câmara, o eleitor terá mais uma oportunidade de ter contato, de novo, com as propostas de cada um dos quatro prefeituráveis. Os mais atentos ao processo eleitoral já tiveram “N” oportunidades de saber as plataformas e a capacidade de cada um dos quatro, mas a Rede Padrão de Comunicação conseguiu junto à Justiça Eleitoral a permissão de realizar mais uma rodada de entrevistas.

Será nesta quinta-feira (02), com início às 9 horas, e transmissão ao vivo pelas rádios Musirama (FM 92,1), Cultura AM (1.420) e FM (106,9). Os quatro foram convidados, mas veremos quem deles estará presente. É sim mais uma chance e a última de ouvi-los atentamente e votar certo no domingo que vem. O processo está em aberto.

EM TEMPO – Muitos têm questionado estes dois que vos escrevem sobre as pesquisas eleitorais divulgadas na imprensa local. Na verdade, após confaburlamos bastante numa mesa qualquer de um botequim após os sábados de Comunicação Total, na nossa querida e cada vez mais forte Santana FM (87,9), chegamos à conclusão de que pesquisa que vale é a de 5 de outubro.

Que candidato, em sã consciência, vai divulgar números que não lhe sejam favoráveis? Ora bolas caríssimos, isso é impossível e vamos sim ter que esperar o domingo que vem para sabermos quem, realmente, vai comandar os destinos desta cidade nos próximos quatro anos. A eleição está, sim, em aberto e temos muitos indecisos, ainda. É esperar para ver e sabe aquele candidato que te deu uma cesta básica (se é que houve isso)? Pois é, você aceitou? Se aceitou foi esperto, mas na hora do voto, vota nele não, esquece! Aceite o feijão, mas não vote nele NÃO!