O SAAE é uma caixinha de surpresas...PRETA! Ninguém nunca soube o que se passa pelos seus corredores, a não ser quem esteve por lá. O único que tentou colocar pra fora aquilo que acontecia, ficou só na tentativa, porque também foi posto pra correr...(estamos nos refeindo ao Dr. Laírson Couto, atual secretário de Meio Ambiente, que afirmou em entrevista ao Sete Dias que havia ingerência de vereadores na autarquia...como se isso fosse uma novidade).
Mas o SAAE tá aí, o SAAE é nosso, assim como o petróleo é da Petrobrás, menos nosso! Querem tirar o Ronaldo de Andrade, coitado...se for assim, também queremos, vamos ser "Maria vai com as outras". Tirando a brincadeira, o assunto é mais sério do que pensam...toda mudança gera questionamentos e o que a administração municipal vem tentando fazer, como o tal "choque de de gestão" - desculpe-nos amigo Flávio de Castro, mas foi o termo utilizado -, vai fatalmente gerar inimizades.
A política de nossa cidade é viciada, assim como a estrutura do SAAE. Temos que romper com certos paradigmas, mas rompê-los vai acarretar críticas. Tomara que as críticas sejam pelo lado positivo, porque críticas pejorativas já não têm mais espaço. O que observamos - e ouvimos na reunião desta semana da Câmara - foi que há uma ala dentro do SAAE que quer, por toda forma, tirar o Ronaldo de Andrade. Tudo bem, toda unanimidade é burra, mas todos os lados devem ser ouvidos. O engenheiro não deve ser de todo mal, como também não é um santo, ninguém o é!
Vamos com calma. Não podemos fazer, também, como o Dr. Euro de Andrade, que questionou o porquê de alguns servidores da autarquia estarem na reunião sem nada na pauta que lhes dissesse respeito. Dr., a Câmara é a CASA DO POVO e V.Sa. foi eleita pelo povo, portanto, devagar com andor. Calma também aos servidores, já que porque não caminhar junto ao invés de só querer tirar? Temos que chegar a um consenso.
P.S.: Vai um toque ao vereador Renato Gomes, líder do prefeito na Câmara, que mesmo sem querer - não sei se isto mesmo - criticou o noticiado na imprensa quanto ao requerimento de semana passada. Caríssimo, a mídia reproduz os fatos, em sua veracidade. Jornalista sério está no meio da notícia, não puxa para lado algum, portanto, ao invés de criticar dizendo que a Câmara não deve dar espaço para que a mídia publique matérias ´pejorativas', não façam para tanto...Fica uma dica para o senhor, que é novo no pedaço, mas aprende!
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Clima quente..
Pois é...primeiramente gostaríamos de pedir desculpas aos amigos de No Prelo, pois ficamos alguns dias sem escrever, mas é a labuta diária e às vezes não nos sobra tempo para tanta assiduidade ou assunto importante a ser comentado. Bem, após as excusas, vamos lá... Mais uma vez a reunião da Câmara de Vereadores é o ponto chave de nosso post (como se não fosse o tema que mais gostamos.!.!.!).
Na Ordinária de terça-feira passada o clima esquentou. E esquentou de vez! De um lado, no corner preto estava o Dr. Caio Dutra, líder do PMDB na Casa e pelo visto porta voz de oposição (isto não é oficial e se é que ela existe). Já do lado branco, Dr. Euro Andrade, com idéias contrárias às de seu colega médico. Em pauta, ou no meio, o requerimento em cima de uma lei revogada para tentar saba"tirar" o diretor presidente do SAAE, o engenheiro Ronaldo de Andrade.
O requerimento, que já foi alvo de post anterior, tomou conta da reunião. Dr. Caio, autor do pedido, salientou que a Câmara errou por excesso de zelo, não por omissão e que seu pedido foi feito após as colocações de Marcelo do Alternat..ops, Cooperseltta e Duílio D'Castro. Já outros vereadores admitiram a gafe e pediram até desculpas, como no caso de Claudinei Dias. Mas vamos ao que interessa. Em seu comentário, ou comunicação pessoal - pra ficar mais chique - Euro disse que não se tratava de excesso, mas FALTA de zelo.
Ah, foi a gota d'água! A "briga" de Dr's teve início. Para Euro, a reunião da semana passada, com a presença de alguns servidores do SAAE, foi "palco propício para um teatro de 5.ª categoria". Caio, por sua vez, de microfone em punho e em voz alta, quase gritando - gritando na verdade -, disparou que ali "não havia palhaços". É, lógico que a Câmara não é um circo e nem, tampouco, os vereadores são palhaços, óbvio.
Nos desculpem, a gafe foi grande. Por EXCESSO ou FALTA de zelo, foi triste! O povo, neste caso, foi quem fez papel de palhaço....E salve a democracia!
Na Ordinária de terça-feira passada o clima esquentou. E esquentou de vez! De um lado, no corner preto estava o Dr. Caio Dutra, líder do PMDB na Casa e pelo visto porta voz de oposição (isto não é oficial e se é que ela existe). Já do lado branco, Dr. Euro Andrade, com idéias contrárias às de seu colega médico. Em pauta, ou no meio, o requerimento em cima de uma lei revogada para tentar saba"tirar" o diretor presidente do SAAE, o engenheiro Ronaldo de Andrade.
O requerimento, que já foi alvo de post anterior, tomou conta da reunião. Dr. Caio, autor do pedido, salientou que a Câmara errou por excesso de zelo, não por omissão e que seu pedido foi feito após as colocações de Marcelo do Alternat..ops, Cooperseltta e Duílio D'Castro. Já outros vereadores admitiram a gafe e pediram até desculpas, como no caso de Claudinei Dias. Mas vamos ao que interessa. Em seu comentário, ou comunicação pessoal - pra ficar mais chique - Euro disse que não se tratava de excesso, mas FALTA de zelo.
Ah, foi a gota d'água! A "briga" de Dr's teve início. Para Euro, a reunião da semana passada, com a presença de alguns servidores do SAAE, foi "palco propício para um teatro de 5.ª categoria". Caio, por sua vez, de microfone em punho e em voz alta, quase gritando - gritando na verdade -, disparou que ali "não havia palhaços". É, lógico que a Câmara não é um circo e nem, tampouco, os vereadores são palhaços, óbvio.
Nos desculpem, a gafe foi grande. Por EXCESSO ou FALTA de zelo, foi triste! O povo, neste caso, foi quem fez papel de palhaço....E salve a democracia!
segunda-feira, 11 de maio de 2009
É preciso participar

Interessados em cultura: univo-os. Começa amanhã o Seminário de Cultura, organizado pela secretaria municipal de Cultura. E para que dê certo, é preciso participar. Principalmente dando idéias - sejam boas ou más idéias, mas que sejam discutidas - e aceitar a diferença do outro.
Digo isso porque na cidade existe uma espécie de segregação cultural. Aos olhos de alguns, há a "boa cultura", cultuada por aqueles que se acham mais cultos, e o baixo clero, digamos assim. Mas é importante frisar que tudo é manifestação cultural. É tratar o movimento Hip-hop, com a mesma importância que o Clube de Letras, a tal dita MPB (será que isto existe? Mas isto é uma outra discussão) no mesmo nível que outros estilos. O grafite nas ruas da mesma forma que as obras feitas para as galerias. É preciso pensar a cultura como agregadora e não como uma segregadora. A arte é a manifestação da alma, independente da forma que seja ela. Que a cultura seja vista como investimento e não como gasto.
É importante lembrar que é preciso fazer inscrição até hoje, segunda-feira. Que não vá todos os dias, mas que vá e fale, participe. Para depois não ficar reclamando que não existe espaço para a cultura na cidade.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Dica de leitura...
Se o final de semana estiver vazio, então temos uma boa dica de leitura.
A imprensa está na berlinda, principalmente a mídia impressa... Mal sabemos do futuro dos jornais. Nos Estados Unidos, um dos mais tradicionais jornais, o New York Times, está à beira de um colapso, nervoso.
O texto "Por que precisamos de jornais?", de Eugênio Bucci, do Estado de São Paulo, ou Estadão, trata de forma pertinente o assunto, principalmente sobre o papel da imprensa e a dita isenção editorial. Clique no link e leia mais.
Recomendamos...
A imprensa está na berlinda, principalmente a mídia impressa... Mal sabemos do futuro dos jornais. Nos Estados Unidos, um dos mais tradicionais jornais, o New York Times, está à beira de um colapso, nervoso.
O texto "Por que precisamos de jornais?", de Eugênio Bucci, do Estado de São Paulo, ou Estadão, trata de forma pertinente o assunto, principalmente sobre o papel da imprensa e a dita isenção editorial. Clique no link e leia mais.
Recomendamos...
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Como água no fogo
Assim como bombeiros, a assessoria jurídica da prefeitura veio logo apagando o fogo no circo de ontem, incendiado na Câmara Municipal. Conforme publicamos abaixo, os vereadores aprovaram um requerimento, que exigia o cumprimento da lei de nomeação do Diretor-presidente do Saae. Pela lei, essa nomeação deveria ser aprovada pela Câmara Municipal, por 2/3 dos votos dos vereadores.
Mas a coisa é ainda pior. Esta lei, que foi usada para enbasar o requerimento, criada ainda na primeira administração de Marcelo, o CC, foi revogada pelo seu arqui-inimigo em 2001, o ex-prefeito cassado, Ronald, o Cana Brava, ou RC, ou ainda CB.
Ou seja, a coisa é bem pior, e o fogo do circo pifou, conforme constatamos hoje. A lei usada nem era mais válida, e o diretor-presidente continua no cargo.
Se Ronaldo Andrade é bom ou ruim, ai cabe a avaliação de cada um, mas se é para cumprir a lei, que seja cumprida da forma correta. É mais uma gafe que vai entrar para a história da política de nossa Sete-Bananas-Lagoas.
Mas a coisa é ainda pior. Esta lei, que foi usada para enbasar o requerimento, criada ainda na primeira administração de Marcelo, o CC, foi revogada pelo seu arqui-inimigo em 2001, o ex-prefeito cassado, Ronald, o Cana Brava, ou RC, ou ainda CB.
Ou seja, a coisa é bem pior, e o fogo do circo pifou, conforme constatamos hoje. A lei usada nem era mais válida, e o diretor-presidente continua no cargo.
Se Ronaldo Andrade é bom ou ruim, ai cabe a avaliação de cada um, mas se é para cumprir a lei, que seja cumprida da forma correta. É mais uma gafe que vai entrar para a história da política de nossa Sete-Bananas-Lagoas.
terça-feira, 5 de maio de 2009
Circo armado
E com a presença de uma quantidade considerável de funcionários do Saae, uma outra discussão esquentou o plenário da Câmara nesta tarde de terça-feira. Mas para Inglês ver, como diz o ditado.
Segundo a lei que criou o próprio Saae, a nomeação de seu Diretor-presidente, que é feita pelo chefe do Executivo, deverá passar pela aprovação da Câmara Municipal. Algo que até hoje nunca aconteceu até então, desde que estes escribas começaram a atuar na imprensa. Mas como dizem, lei é lei, cumpra-se (quem tem juízo).
Desta forma, o vereador Caio Dutra entrou com um requerimento, que foi aprovado por unanimidade, para que o prefeito cumpra e lei, conforme ela está disposta no Saae. Ou seja, que o diretor-presidente seja sabatinado e aprovado pelos vereadores.
Depois de toda uma confusão, uma assessora jurídica da Câmara nos passou uma importante informação. O que foi apresentado e aprovado era apenas um REQUERIMENTO, e nas palavras dela, sem nenhum efeito jurídico. Assim como todos os outros requerimentos, o prefeito Maroca tem 30 dias para responder o tal requerimento.
Portanto, no fim, tudo não passou de um grande circo armado. Na prática, o requerimento não tem efeito algum. E os palhaços nisto tudo parece sermos nós, o povo...
Obs.: Alguns pseudo-jornalistas deverão cair no conto da carochinha, e publicar que o tal presidente já foi exonerado, o que é um erro de informação. Corremos atrás da notícia correta para publicar neste blog, e não em base ao disse me disse. Este é o jornalismo sério, feito por pessoas que tem toda a responsabilidade sobre o que escrevem, coligados apenas com a NOTÍCIA, e não a grupos políticos.
Segundo a lei que criou o próprio Saae, a nomeação de seu Diretor-presidente, que é feita pelo chefe do Executivo, deverá passar pela aprovação da Câmara Municipal. Algo que até hoje nunca aconteceu até então, desde que estes escribas começaram a atuar na imprensa. Mas como dizem, lei é lei, cumpra-se (quem tem juízo).
Desta forma, o vereador Caio Dutra entrou com um requerimento, que foi aprovado por unanimidade, para que o prefeito cumpra e lei, conforme ela está disposta no Saae. Ou seja, que o diretor-presidente seja sabatinado e aprovado pelos vereadores.
Depois de toda uma confusão, uma assessora jurídica da Câmara nos passou uma importante informação. O que foi apresentado e aprovado era apenas um REQUERIMENTO, e nas palavras dela, sem nenhum efeito jurídico. Assim como todos os outros requerimentos, o prefeito Maroca tem 30 dias para responder o tal requerimento.
Portanto, no fim, tudo não passou de um grande circo armado. Na prática, o requerimento não tem efeito algum. E os palhaços nisto tudo parece sermos nós, o povo...
Obs.: Alguns pseudo-jornalistas deverão cair no conto da carochinha, e publicar que o tal presidente já foi exonerado, o que é um erro de informação. Corremos atrás da notícia correta para publicar neste blog, e não em base ao disse me disse. Este é o jornalismo sério, feito por pessoas que tem toda a responsabilidade sobre o que escrevem, coligados apenas com a NOTÍCIA, e não a grupos políticos.
Primeira derrota
Assim como na saudosa propaganda, a primeira derrota a gente nunca esquece. E a uma hora dessas, o prefeito deve estar amargando a queda do primeiro Projeto de Lei enviado por ele, desde que assumiu. O texto tratava da criação do Órgão Oficial do Município, que vem gerando polêmica desde janeiro. Mas isso é uma outra história.
O importante no fato ocorrido é a análise da votação. Conforme publicamos aqui no blog no texto anterior, sobre a nota do Sete Dias, que falava na possibilidade da formação de um novo bloco de oposição, alguns vereadores estavam prestes a mudar de lado, ou, pular o muro.
E a votação desta terça-feira pode ser uma amostra. Foram oito votos contra, duas abstenções e dois a favor do projeto do prefeito. Dos contra, quatro deles não trouxe muita surpresa, que são vereadores do PMDB, ou seja, teoricamente de oposição. São eles Caio Dutra, João Pena, Toninho Rogério e GIlberto Doceiro. A surpresa ficou com Euro Andrade, Reginaldo Tristeza e Marcelo Cooperselta, este última já constava na lista dos prováveis puladores de muro. Nem mesmo o irmão do prefeito, Celso Paiva, deu seu voto, que junto com Claudinei Dias, se absteve, ou seja ficou em cima do muro. Conforme a orientação da base governista, apenas o líder do prefeito, Renato Gomes, e Dalton Andrade foram favoráveis à criação do òrgão Oficial.
Somente lamentamos que o presidente, Duílio de Castro, não é obrigado a votar. Assim, não sabemos ainda a sua posição quanto ao prefeito. Mas nos bastidores correu a boca pequena, que se votasse, seria contra. Mas isso são apenas boatos...
Alguns já começaram a falar em perda de mandato, outros que Maroca perdeu a direção e a maioria na casa, que está perdido, que seu futuro é... O fato apenas é uma questão de aprovação de matéria, por enquanto. Foi rejeitada, e ponto. Isso ainda, e repitimos, AINDA, não quer dizer nada demais. Vamos esperar o desenrolar da história.
O importante no fato ocorrido é a análise da votação. Conforme publicamos aqui no blog no texto anterior, sobre a nota do Sete Dias, que falava na possibilidade da formação de um novo bloco de oposição, alguns vereadores estavam prestes a mudar de lado, ou, pular o muro.
E a votação desta terça-feira pode ser uma amostra. Foram oito votos contra, duas abstenções e dois a favor do projeto do prefeito. Dos contra, quatro deles não trouxe muita surpresa, que são vereadores do PMDB, ou seja, teoricamente de oposição. São eles Caio Dutra, João Pena, Toninho Rogério e GIlberto Doceiro. A surpresa ficou com Euro Andrade, Reginaldo Tristeza e Marcelo Cooperselta, este última já constava na lista dos prováveis puladores de muro. Nem mesmo o irmão do prefeito, Celso Paiva, deu seu voto, que junto com Claudinei Dias, se absteve, ou seja ficou em cima do muro. Conforme a orientação da base governista, apenas o líder do prefeito, Renato Gomes, e Dalton Andrade foram favoráveis à criação do òrgão Oficial.
Somente lamentamos que o presidente, Duílio de Castro, não é obrigado a votar. Assim, não sabemos ainda a sua posição quanto ao prefeito. Mas nos bastidores correu a boca pequena, que se votasse, seria contra. Mas isso são apenas boatos...
Alguns já começaram a falar em perda de mandato, outros que Maroca perdeu a direção e a maioria na casa, que está perdido, que seu futuro é... O fato apenas é uma questão de aprovação de matéria, por enquanto. Foi rejeitada, e ponto. Isso ainda, e repitimos, AINDA, não quer dizer nada demais. Vamos esperar o desenrolar da história.
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