Aproventando o ensejo, vamos voltar a perguntar nossos leitores sua opinião sincera. Vamos embarcar nesta história do terremoto - não do Haiti, que como Caetano cantou, não é aqui - causado entre o prefeito Maroca e o PT. Por isso perguntamos: sem o apoio dos três vereadores do PT, como fica a situação da administração na Câmara? Afinal, de apoio incondicional restam apenas 5 vereadores, isso se Renato Gomes, do PV, partido que faz bloco com o PT, continuar na situação.
Novamente voltamos a reiterar que isto não é uma pesquisa, e sim uma enquete. Não venham usar estes dados como verdade absoluta do município.
Portanto, votem, participem...
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Uma avaliação ruim
Chega ao fim a nossa segunda enquete, em que perguntamos aos nossos leitores sua opinião sobre a atuação da Câmara Municipal. Assim como na anterior, sobre o prefeito, não vamos fazer nenhuma análise política-conjuntural da situação do legislativo de Sete Lagoas. Apenas apresentamos o resultado, que não é nenhuma pesquisa definitiva, pois é feita de forma espontânea, e em um universo pequeno, apenas entre leitores de bom gosto que gosta do jornalismo sério (temos também que puxar a sardinha para o nosso lado...rs). Apenas podemos afirmar que a avaliação dos nossos bons leitores não foi boa, e os vereadores receberam uma nota abaixo da média.
Segue o resultado:
Excelente. Não há críticas a fazer - 1%;
Ótimo. Afinal nem tudo é prefei... ops, perfeito - 0%;
Bom. Alguns vereadores deixam a desejar - 9%;
Fraco. Eles ficaram mais preocupados com sua própria imagem - 41%;
Péssimo. A cidade não sabe mesmo votar - 47%
Estamos preparando uma nova enquete, que será publicada nos próximos dias. Participe.
Segue o resultado:
Excelente. Não há críticas a fazer - 1%;
Ótimo. Afinal nem tudo é prefei... ops, perfeito - 0%;
Bom. Alguns vereadores deixam a desejar - 9%;
Fraco. Eles ficaram mais preocupados com sua própria imagem - 41%;
Péssimo. A cidade não sabe mesmo votar - 47%
Estamos preparando uma nova enquete, que será publicada nos próximos dias. Participe.
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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Interlocução necessária
Maroca anunciou, ainda na coletiva de quarta-feira passada, dois novos membros de seu primeiro escalão, segundo ele, sem a necessidade de ocuparem cargos. Tratam-se de Rodrigo Paiva - que diga-se de passagem é seu primo e já faz parte da vida pública setelagoana - e Beto Andrade, ou Beto Chacrinha como queiram, que também é funcionário público apostilado.
A indicação de ambos é necessária e veio tarde, para dizer a verdade, já que o trabalho de interlocução entre Executivo e Legislativo, Executivo - diga-se aí prefeito - e população, além de entre as próprias secretarias de governo precisa ser estreitado. Se repetir o trabalho executado na administração de Marcelo - O Cecê, Beto Chacrinha vai dar a Maroca o que tanto tem lhe faltado, que é saber da real necessidade da população. E quando dizemos população, falamos, sobretudo, naquele cidadão mais humilde, que busca no prefeito uma alternativa para a resolução de seus problemas, mesmo sendo eles ínfimos.
Rodrigo Paiva também tem experiência na vida pública e por ser parente direto de Maroca, pode lhe proporcionar grandes frutos. Ele, aliás, antes mesmo de o prefeito assumir o cargo, já trabahava diretamente. A empreitada de ambos é grande, sobretudo no momento em que se comenta sobre o estremecimento de relações entre determinados secretários, fatos que não vieram a público oficialmente, mas que segundo muitos ligados ao governo existem. A interlocução é necessária e que ela seja feita de maneira que o povo seja o principal beneficiado.
A indicação de ambos é necessária e veio tarde, para dizer a verdade, já que o trabalho de interlocução entre Executivo e Legislativo, Executivo - diga-se aí prefeito - e população, além de entre as próprias secretarias de governo precisa ser estreitado. Se repetir o trabalho executado na administração de Marcelo - O Cecê, Beto Chacrinha vai dar a Maroca o que tanto tem lhe faltado, que é saber da real necessidade da população. E quando dizemos população, falamos, sobretudo, naquele cidadão mais humilde, que busca no prefeito uma alternativa para a resolução de seus problemas, mesmo sendo eles ínfimos.
Rodrigo Paiva também tem experiência na vida pública e por ser parente direto de Maroca, pode lhe proporcionar grandes frutos. Ele, aliás, antes mesmo de o prefeito assumir o cargo, já trabahava diretamente. A empreitada de ambos é grande, sobretudo no momento em que se comenta sobre o estremecimento de relações entre determinados secretários, fatos que não vieram a público oficialmente, mas que segundo muitos ligados ao governo existem. A interlocução é necessária e que ela seja feita de maneira que o povo seja o principal beneficiado.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Prometeu de novo...
O prefeito Maroca reuniu a imprensa novamente na última quarta-feira. O assunto principal, que seria a apresentação oficial do novo secretário de Educação, Fernando Campos, foi alterado para uma coletiva mais ampla, na qual poderíamos perguntar sobre qual assunto quiséssemos. Fernando será apresentado oficialmente quando de sua posse, nos próximos dias, segundo o próprio prefeito.
Mas perguntar o que? Fazer perguntas em cima de especulação é difícil e, em contrapartida, solicitar informações sobre o que está na cara, sobretudo quando teríamos respostas já sabidas, é ainda pior. A coletiva girou nas trocas realizadas no primeiro escalão, que até o momento não se efetivaram, a não ser a confirmação da exoneração da Maria Lisboa - que ainda nem publicada foi.
Ao final, durante um lanche com os jornalistas e secretários presentes, Maroca confirmou a um membro de No Prelo que vai se aproximar mais da imprensa este ano. É bom lembrar ao caro prefeito que ele já havia feito esta promessa em outubro do ano passado, mas até o presente momento: NADA. Vai aqui uma crítica construtiva ao Maroca prefeito: que ele busque a imprensa, seja para boas ou más notícias, já que na visão destes dois somente desta forma ele conseguirá colocar um ponto final nas especulações e nas críticas, que já tomam conta de blogs e das rodas de bate papo.
Mas perguntar o que? Fazer perguntas em cima de especulação é difícil e, em contrapartida, solicitar informações sobre o que está na cara, sobretudo quando teríamos respostas já sabidas, é ainda pior. A coletiva girou nas trocas realizadas no primeiro escalão, que até o momento não se efetivaram, a não ser a confirmação da exoneração da Maria Lisboa - que ainda nem publicada foi.
Ao final, durante um lanche com os jornalistas e secretários presentes, Maroca confirmou a um membro de No Prelo que vai se aproximar mais da imprensa este ano. É bom lembrar ao caro prefeito que ele já havia feito esta promessa em outubro do ano passado, mas até o presente momento: NADA. Vai aqui uma crítica construtiva ao Maroca prefeito: que ele busque a imprensa, seja para boas ou más notícias, já que na visão destes dois somente desta forma ele conseguirá colocar um ponto final nas especulações e nas críticas, que já tomam conta de blogs e das rodas de bate papo.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Carta bomba
Publicamos aqui na integra a Carta Aberta ao Prefeito, enviada hoje à tarde a toda imprensa da cidade e assinada pela (ex-)secretária de educação, Maria Lisboa. Já confirmamos com a secretaria de comunicação a veracidade, que nos garantiu ser autêntica. Segue abaixo:
Sete Lagoas, 18 de janeiro de 2010
Senhor Prefeito,
A pergunta recorrente que ouço é: “ por que o prefeito tirou você da
Secretaria de Educação?” Esta também foi a pergunta que lhe fiz, e a
resposta que recebi foi a seguinte: “Sete Lagoas não está preparada
para o seu estilo de fazer política. Você é muito competente, tem
muita experiência e obteve sucesso em outros ambientes, em Belo
Horizonte, por exemplo. Sete Lagoas é uma cidade do interior...”
Discordo categoricamente dessa avaliação. A Sete Lagoas que encontrei
e aprendi a amar veio a mim dizendo que há muito esperava por um
governo efetivamente democrático e que soubesse desenvolver políticas
públicas, e mais, eram cidadãos que sabiam – e queriam - construir uma
democracia. Prefeito, quando você fez opção por ficar no seu gabinete
recebendo “todo mundo”, como você mesmo disse, você foi tomado por
aqueles que sempre freqüentavam a prefeitura – os chamados “piolhos de
gabinete” – para garantir os seus privilégios ou para pedir favores
pessoais. Você foi escolhido pelos seus interlocutores e deixou de
escolher aqueles com quem deveria conversar e governar.
Dizem que governar é um ato solitário, no entanto, com grande esforço
pode se tornar um ato solidário. Para isso, é preciso determinação e
estratégia. Determinação é a expressão da vontade, da vontade de
cumprir os compromissos assumidos, de contribuir para o
desenvolvimento da cidade e é algo que confere ao governante o
estatuto da liderança do grupo que representa. Estratégia é a
construção da possibilidade de realizações, nas circunstâncias
favoráveis ou na adversidade, e mostra a fibra do governante para
enfrentar os problemas ou para aproveitar as oportunidades.
Prefeito, as saídas da Geyse, da Lea e a minha, por falta de outras
explicações, estão sendo interpretadas como um desejo seu, uma decisão
que você retirou do colete , talvez em razão de discordâncias a
respeito da forma de encaminhar as políticas de cada setor específico.
Mas continuo perguntando: por que? Afinal, na campanha eleitoral você
se comprometeu com uma administração diferente, que servisse ao
interesse público, com políticas e critérios construídos de forma
solidária, impessoal, fundados na justiça e que promovessem a inclusão
e a cidadania. Ao expressar, como fez na nossa conversa, que Sete
Lagoas é uma cidade do interior, que não seria capaz de aceitar e
compreender um estilo democrático e progressista, você amesquinhou a
sua cidade, o povo que a habita e o cargo que ocupa. Reafirmo:
discordo da sua opção e lamento que as razões sejam as que você
apresentou, pois, a estatura de um homem público não lhe é dada, ela é
construída com muito esforço e determinação. Assim, não basta dizer
que se quer um governo diferente, mais justo, mais inclusivo, mais
democrático. A esse desejo tem de corresponder ações que garantam que
as decisões sejam orientadas pelo interesse coletivo, voltadas para o
público e destinadas a construir um mundo melhor.
Por favor, não avalie Sete Lagoas pelos grupos clientelistas que
tentam diminuir o valor da cidade e fazer valer seus interesses sobre
as necessidades de todos. Com isso, Prefeito, a cidade pode vir a
perder as chances de mudanças que a sua eleição havia anunciado. Sete
Lagoas é muito maior e os cidadãos que vivem nesta Sete Lagoas, maior
e mais generosa, vão saber diferenciar o joio do trigo, vão saber
identificar aqueles que querem o bem da cidade e aqueles que só querem
se aproveitar do poder..
Por tudo isso, este momento é lamentável!
Maria Lisboa
Sete Lagoas, 18 de janeiro de 2010
Senhor Prefeito,
A pergunta recorrente que ouço é: “ por que o prefeito tirou você da
Secretaria de Educação?” Esta também foi a pergunta que lhe fiz, e a
resposta que recebi foi a seguinte: “Sete Lagoas não está preparada
para o seu estilo de fazer política. Você é muito competente, tem
muita experiência e obteve sucesso em outros ambientes, em Belo
Horizonte, por exemplo. Sete Lagoas é uma cidade do interior...”
Discordo categoricamente dessa avaliação. A Sete Lagoas que encontrei
e aprendi a amar veio a mim dizendo que há muito esperava por um
governo efetivamente democrático e que soubesse desenvolver políticas
públicas, e mais, eram cidadãos que sabiam – e queriam - construir uma
democracia. Prefeito, quando você fez opção por ficar no seu gabinete
recebendo “todo mundo”, como você mesmo disse, você foi tomado por
aqueles que sempre freqüentavam a prefeitura – os chamados “piolhos de
gabinete” – para garantir os seus privilégios ou para pedir favores
pessoais. Você foi escolhido pelos seus interlocutores e deixou de
escolher aqueles com quem deveria conversar e governar.
Dizem que governar é um ato solitário, no entanto, com grande esforço
pode se tornar um ato solidário. Para isso, é preciso determinação e
estratégia. Determinação é a expressão da vontade, da vontade de
cumprir os compromissos assumidos, de contribuir para o
desenvolvimento da cidade e é algo que confere ao governante o
estatuto da liderança do grupo que representa. Estratégia é a
construção da possibilidade de realizações, nas circunstâncias
favoráveis ou na adversidade, e mostra a fibra do governante para
enfrentar os problemas ou para aproveitar as oportunidades.
Prefeito, as saídas da Geyse, da Lea e a minha, por falta de outras
explicações, estão sendo interpretadas como um desejo seu, uma decisão
que você retirou do colete , talvez em razão de discordâncias a
respeito da forma de encaminhar as políticas de cada setor específico.
Mas continuo perguntando: por que? Afinal, na campanha eleitoral você
se comprometeu com uma administração diferente, que servisse ao
interesse público, com políticas e critérios construídos de forma
solidária, impessoal, fundados na justiça e que promovessem a inclusão
e a cidadania. Ao expressar, como fez na nossa conversa, que Sete
Lagoas é uma cidade do interior, que não seria capaz de aceitar e
compreender um estilo democrático e progressista, você amesquinhou a
sua cidade, o povo que a habita e o cargo que ocupa. Reafirmo:
discordo da sua opção e lamento que as razões sejam as que você
apresentou, pois, a estatura de um homem público não lhe é dada, ela é
construída com muito esforço e determinação. Assim, não basta dizer
que se quer um governo diferente, mais justo, mais inclusivo, mais
democrático. A esse desejo tem de corresponder ações que garantam que
as decisões sejam orientadas pelo interesse coletivo, voltadas para o
público e destinadas a construir um mundo melhor.
Por favor, não avalie Sete Lagoas pelos grupos clientelistas que
tentam diminuir o valor da cidade e fazer valer seus interesses sobre
as necessidades de todos. Com isso, Prefeito, a cidade pode vir a
perder as chances de mudanças que a sua eleição havia anunciado. Sete
Lagoas é muito maior e os cidadãos que vivem nesta Sete Lagoas, maior
e mais generosa, vão saber diferenciar o joio do trigo, vão saber
identificar aqueles que querem o bem da cidade e aqueles que só querem
se aproveitar do poder..
Por tudo isso, este momento é lamentável!
Maria Lisboa
Estranha coincidência
Não podemos afirmar com certeza absoluta que é uma verdade, mas como se diz o ditado por ai, onde há fumaça, há fogo. Na última sexta-feira, recebemos de formas distintas o mesmo tipo de informação, de pessoas e formas totalmente diferentes. Ou seja, uma estranha coincidência.
A começar por um comentário colocado aqui no texto Agora é oficial, da quarta-feira, quando foi confirmada a tal troca de secretários pelo prefeito. Uma pessoa anonimamente, e explicou que não poderia assinar por ser funcionário da prefeitura, fez um grave denuncia: "Quando o funcionário de carreira não quer, nada acontece dentro da prefeitura, tudo trava. Eles derrubam qualquer secretário e ou cargo de confiança do prefeito. Parece que tem uma greve branca dentro da prefeitura.A falta de padronização operacional favorece este tipo de comportamento frio dos funcionários de carreira. Eles é que devem ter uma mentalidade de atendimento melhor afinal, político em nossa cidade e no país inteiro só serve para ocupar cargo e roubar. Pensemos, se o funcionário de carreira não quer que a coisa funciona ele simplesmente não faz, não ensina a fazer e se mantém quieto".
No mesmo dia, ficamos sabendo de outra fonte, esta fidedigna, que havia funcionários da secretaria de Ação Social fazendo boicote contra a Léia. Houve até casos de um funcionário esconder as correspodências dos conselhos para que a secretária não recebesse e não soubesse de assuntos importantes, como reuniões.
O fato é que informações como essas são preocupantes. Afinal, se há realmente na administração funcionários públicos de tal estirpe, que acham que são reis em seus postos, eles deveriam ter tronos e coroas, e não em meras cadeiras de plástico nas repartições públicas. E o pior: é que a população, que nestes casos são muito mal atendidas, tem que aturar uma terrível plaquinha que diz que desacatar um funcionário público é crime sob penalidade conforme lei blábláblá... Crime é o que muitas vezes fazem com a população.
A começar por um comentário colocado aqui no texto Agora é oficial, da quarta-feira, quando foi confirmada a tal troca de secretários pelo prefeito. Uma pessoa anonimamente, e explicou que não poderia assinar por ser funcionário da prefeitura, fez um grave denuncia: "Quando o funcionário de carreira não quer, nada acontece dentro da prefeitura, tudo trava. Eles derrubam qualquer secretário e ou cargo de confiança do prefeito. Parece que tem uma greve branca dentro da prefeitura.A falta de padronização operacional favorece este tipo de comportamento frio dos funcionários de carreira. Eles é que devem ter uma mentalidade de atendimento melhor afinal, político em nossa cidade e no país inteiro só serve para ocupar cargo e roubar. Pensemos, se o funcionário de carreira não quer que a coisa funciona ele simplesmente não faz, não ensina a fazer e se mantém quieto".
No mesmo dia, ficamos sabendo de outra fonte, esta fidedigna, que havia funcionários da secretaria de Ação Social fazendo boicote contra a Léia. Houve até casos de um funcionário esconder as correspodências dos conselhos para que a secretária não recebesse e não soubesse de assuntos importantes, como reuniões.
O fato é que informações como essas são preocupantes. Afinal, se há realmente na administração funcionários públicos de tal estirpe, que acham que são reis em seus postos, eles deveriam ter tronos e coroas, e não em meras cadeiras de plástico nas repartições públicas. E o pior: é que a população, que nestes casos são muito mal atendidas, tem que aturar uma terrível plaquinha que diz que desacatar um funcionário público é crime sob penalidade conforme lei blábláblá... Crime é o que muitas vezes fazem com a população.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Já não é hora de parar com o desperdício?
A notícia está nos principais (para não dizer em todos) jornais da cidade. A prefeitura anunciou a 340.980.580 edição do maior evento esperado da cidade: A OPERAÇÃO TAPA BURACOS. Afinal, depois das chuvas vem sempre o asfalto esfacelado.
E por isso perguntamos. Já não é hora de pararmos com o desperdício e ter uma solução definitiva para este problema? Os buracos são praticamente os mesmos, com excessão de alguns que são a revelação do ano. A maioria e os locais mais críticos é conhecida até pelo mundo mineral. É hora de colocar uma pedra, que não seja de asfalto vagabundo, neste assunto.
A prefeitura anunciou que começa neste sábado e vai usar 5 mil toneladas de massa asfáltica e 2,5 mil toneladas de bica corrida, mas não revelou o valor gasto, o que não vai sair por meros R$50. Mas sabemos, e nem é preciso lembrar aos leitores, que com as chuvas de março, tudo já estará novamente esfacelado.
A história se repete todos os anos, na mesma época, coicidentemente junto com o BBB da Globo. Já parece que está na grade anual da programação da prefeitura. E o pior, junto com a primeira parcela do IPVA, em que os motoristas se sentem lesados em pagar um imposto de circulação do veículo nas ruas que mais parecem crateras da lua. A população espera uma solução definitiva.
E por isso perguntamos. Já não é hora de pararmos com o desperdício e ter uma solução definitiva para este problema? Os buracos são praticamente os mesmos, com excessão de alguns que são a revelação do ano. A maioria e os locais mais críticos é conhecida até pelo mundo mineral. É hora de colocar uma pedra, que não seja de asfalto vagabundo, neste assunto.
A prefeitura anunciou que começa neste sábado e vai usar 5 mil toneladas de massa asfáltica e 2,5 mil toneladas de bica corrida, mas não revelou o valor gasto, o que não vai sair por meros R$50. Mas sabemos, e nem é preciso lembrar aos leitores, que com as chuvas de março, tudo já estará novamente esfacelado.
A história se repete todos os anos, na mesma época, coicidentemente junto com o BBB da Globo. Já parece que está na grade anual da programação da prefeitura. E o pior, junto com a primeira parcela do IPVA, em que os motoristas se sentem lesados em pagar um imposto de circulação do veículo nas ruas que mais parecem crateras da lua. A população espera uma solução definitiva.
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