Aliás, discursos é que não faltaram nesta posse. Ou melhor, houve uma total falta de noção de muitos que estavam presentes. Desde alguns vereadores, que usaram a palavra demasiadamente, em um local que mais parecia o inferno, até algumas pessoas que estavam na platéia, que não tinham a mínima noção de educação. Algumas delas chegaram a atrapalhar o trabalho da imprensa, entrando na frente dos profissionais, que merecem todo o respeito, pois estavam lá não por mero prazer, mas na labuta.
Outro que foi meramente desrespeitado foi o português, coitado. É duro ver que nossa língua é tão mal usada pelos políticos. Os erros eram de dar calos nos ouvidos. Valia mais a pena ficar com um fone com uma boa música. Não que as pessoas de menor instrução não devam ser eleitos e representar a sociedade. Mas alguns que falaram ao microfone já estão na Câmara há pelo menos um mandato, ou seja, quatro anos. Tempo suficiente para tomar boas aulas de português.
FOTOS DA NATUREZA DA SERRA DO CIPÓ
Há um dia

Um comentário:
Caro editor deste blog, tenho que concordar com vc. Também estava lá e presenciei toda a solenidade. Perdi uns kilinhos com aquele calor insuportável, mas valeu a pena. Na posse de Maroca nada de extraordinário, na eleição da câmara nenhuma surpresa, foi jogo de cartas marcadas. Agora o jogo começa, e o time dos problemas já está escalado. Funcionários públicos no gol defendendo melhores salários e condições de trabalho, nas laterais o turismo que não avança e o esporte que não dá um cruzamento, no meio que é o cérebro de um time estão a educação, assistência social e o planejamento com seus problemas. No ataque estão prontos pro jogo a sra. saúde, o desemprego que é matador e os buracos nas ruas que é um velocista. Ah! no banco um reforço de peso que pode atuar a qualquer momento: o mosquito da dengue.
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