sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Operação nas ruas


Depois das pancadas de chuva, a previsão é de ruas menos esburacadas. A operação tapa buracos está nas ruas, e hoje passei por uma frente, na rua Cachoeira da Prata. Aliás, que esteve bem castigada nos últimos dias.

Mas como a própria operação indica, é apenas tapa buraco, uma alternativa provisória para as ruas. Uma verdadeira gambiarra.Com as próximas chuvas tudo estará de novo esburacado. Não está na hora de uma solução pelo menos definitiva para o problema?

Enquanto isso, a população trata o problema dos buracos com bom humor. é o caso do flagra da foto, que mostra uma espécie de boneco brasileiro, com uma camiseta escrito socorro e a placa com os dizeres "é proibido nadar e pescar". Uma ótima forma de criticar a situação.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Será que se houvesse transição de verdade.....

Imaginando aqui com meus botões, chego a um raciocínio que pode não agradar muitos, sobretudo aqueles que perdem cargos eletivos e têm que deixar seus postos. Será que se tivesse realmente havido uma transição completa de poder em Sete Lagoas, a cidade estaria vivendo hoje os problemas que enfrenta? Chegam às caixas de e-mails dos órgãos de imprensa destes que vos escrevem pedidos de informações em relação ao pagamento de salários pela Prefeitura Municipal, que normalmente ocorriam até o dia 28 de cada mês, mas que em dezembro de 2008 não foram creditados e o pior, até esta quinta-feira (08/01) também não constam nas contas-salário dos servidores.

Sei, é a crise mundial, é a queda de receita, em impostos, mas se a nova administração municipal soubesse onde o calo estava apertando, se ao contrário do que dizem, as informações completas tivessem sido repassadas à equipe de transição, com estimativas de receita, evolução ou involução na arrecadação dos impostos, a quem a administração deve, coisas do tipo, provavelmente muito do que se atravessa hoje poderia ter sido evitado. Afinal de contas, a corda sempre arrebenta do lado mais fraco, no caso, os funcionários.

Por outro lado e ainda decorrente desta falta de troca das informações, levará algum tempo para que o grupo do novo prefeito tome tino do que se passa. Lógico, este tempo deve ser dado para que se projete um futuro com menor risco, mas será que a população consegue esperar? Será que as crateras que se abrem a cada dia nas ruas da cidade precisarão se transformar em abismos para que algo seja feito? Será que os sistemas de saúde e educação podem aguardar - visto que são estes dois últimos setores prioritários?

Bem, se deve sim dar tempo para que o novo comando municipal possa se adequar. Porém, uma cidade do porte de Sete Lagoas, pólo de uma região que estima-se ter mais de 500 mil habitantes em cerca de 35 cidades, não tem tanta paciência para aguardar. O povo preferiu a mudança e é justamente ela que estamos esperando. Tudo a seu tempo, mas que tempo será este? Boa sorte aos governantes, porque precisarão dela acima de tudo, até porque ser vidraça é pior do que ser estilingue!

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Um pouco para além filosofia

Vamos lá, parece difícil, mas não é tanto assim. Fritei meus poucos neurônios que sobraram das festas de fim de ano para chegar a uma conclusão, mas vou pedir a ajuda de nossos leitores/ouvintes. Tudo por que perdi uma noite de sono para tentar levantar uma hipótese.

Vamos ao contexto: na eleição da mesa diretora da Câmara Municipal, foi apresentada uma única chapa, encabeçada pelo vereador Duílio de Castro ,apoiada pelo prefeito eleito, Mário Márcio Maroca. Até ai nenhuma novidade. É claro que saiu vencedora, com 11 votos a favor. Fazendo os cálculos, são 13 vereadores, quatro deles do PMDB, partido do ex-prefeito Leone Maciel, que disputou diretamente a cadeira de prefeito nas últimas eleições com Maroca.

Por um lado podemos pensar que estes dois votos contra, que não sabemos que são, pois a votação é secreta, seguiram fielmente o princípio do partido, que teoricamente seria de oposição. Mas por outro lado, aqueles que votaram a favor da mesa eleita, apoiada pelo opositor de seu partido nas eleições municipais, não estariam também a favor de uma "governabilidade e do crescimento da cidade"?

Por isso a questão é tão filosófica. Quem estava certo? Aqueles que foram fiéis ao partido e praticaram a oposição? Ou aqueles que foram a favor da dita tal governabilidade, mas talvez com alguma outra intenção pessoal obscura?

Façam seus comentários...

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Queria ser vereador

Isso mesmo. Queria ser vereador. Melhor, queria ser assessor de vereador, para não ter o menor desgaste com a população.

Afinal, o vereador toma posse dia 1° de janeiro e já nomeia seus assessores, começam a receber seu salário a partir de janeiro, inclusive verba de gabinete... Mas só começa a trabalhar efetivamente em fevereiro. Isso que é emprego digno.

Se souberem de alguma vaga de assessor, é só entrar em contato.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Posse III

Aliás, discursos é que não faltaram nesta posse. Ou melhor, houve uma total falta de noção de muitos que estavam presentes. Desde alguns vereadores, que usaram a palavra demasiadamente, em um local que mais parecia o inferno, até algumas pessoas que estavam na platéia, que não tinham a mínima noção de educação. Algumas delas chegaram a atrapalhar o trabalho da imprensa, entrando na frente dos profissionais, que merecem todo o respeito, pois estavam lá não por mero prazer, mas na labuta.

Outro que foi meramente desrespeitado foi o português, coitado. É duro ver que nossa língua é tão mal usada pelos políticos. Os erros eram de dar calos nos ouvidos. Valia mais a pena ficar com um fone com uma boa música. Não que as pessoas de menor instrução não devam ser eleitos e representar a sociedade. Mas alguns que falaram ao microfone já estão na Câmara há pelo menos um mandato, ou seja, quatro anos. Tempo suficiente para tomar boas aulas de português.

Posse II


O que anunciava uma verdadeira guerra política, a eleição para a mesa diretora da Câmara Municipal foi até tranquila. Apenas uma chapa foi presentada, e claro, eleita. Apenas dois votos foram em branco.

A composição ficou desta forma:
Duílio de Castro - presidente
Milton Saraiva - 1o vice-presidente
Euro Andrade - 2o vice-presidente
Claudinei Dias - 1o secretário
Reginaldo Tristeza - 2o secretário

Desta forma prevaleceu os nomes prediletos do prefeito, mesmo que em alguns discursos houve a intenção de deixar claro que não havia disputa política. Mas é fato que vários nomes foram lançados para a presidência, e quase Caio Dutra colocou água no chopp de Maroca.

Posse I

Agora é sério... Mário Marcio Maroca é definitivamente prefeito de Sete Lagoas. Ele tomou posse no final da tarde desta quinta-feira, no forno, ou melhor, no auditório da Unifemm.

Ele aproveitou a solenidade e já nomeou todos os seus secretários. Segundo Maroca, é para não perder tempo no início dos trabalhos. Aliás, a cidade precisa, e muito. Em entrevista ele disse que a prioridade principal é a saúde, e os buracos que começam a ocupar todas as ruas da cidade. Ou melhor, as ruas insistem atrapalhar os buracos existentes.

Mãos à obra... O No Prelo espera que todos os secretários trabalhem de forma séria, para o crescimento da cidade.