Voltamos....com um pouco de atraso, mas estamos de volta. A última terça-feira foi, digamos assim, MEIO calamitosa para a administração municipal. MEIO por que? Simples, e vamos aos fatos. Em apenas uma reunião, vereadores trouxeram a público dois relatórios originados de comissões de sindicância. O primeiro deles procurava irregularidades em convênio de "cooperação mútua" entre o Município - via Secretaria Municipal de Saúde - e o Hospital Nossa Senhora das Graças (HNSG). O segundo - e que até o momento causou maior furor - trazia a conclusão da vereança de se havia ou não irregularidades em compras feitas pelo Fundo Municipal de Saúde.
Caros leitores, vocês como pessoas inteligentes, notaram que ambas sindicâncias envolveram, até então, supostos problemas relativos à área da Saúde de Sélagoas. Até então porque após a leitura dos documentos e a partir deles ficou comprovada, pelo menos no segundo, o que a própria Prefeitura já havia confirmado: irregularidades na compra do analisador de urina e problemas também quanto à tal lavadora de alta pressão.
O analisador, conforme o relatório e a partir cálculos sobre valores de compra e análise de orçamento paralelo apresentado pelo vereador Caio Dutra, foi adquirido por quase 10 vezes o valor de mercado. E pasmem: a comissão chegou à informação de que para o poder público, a empresa realmente vende mais caro. Quanto à lavadora, a questão foi o pagamento de um produto e o recebimento de outro, mais barato. E o documento do Legislativo ainda levanta suspeitas, principalmente em relação a um servidor público, que tão logo conversou com os vereadores teria telefonado para a empresa pedindo pelo amor de Deus para que a máquina fosse trocada "porque os vereadores estavam em cima".
Passam-se os anos e as coisas parecem continuar na mesma em Seven Lakes. Ou será que o uso do cachimbo deixa a boca torta? Quanto à alimentação servida pelo HNSG à rede pública de saúde, os vereadores da outra comissão também teriam encontrado irregularidades. Segundo o documento apresentado, com 17 páginas cheias de termos jurídicos em suas iniciais, não seria fim daquela instituição de saúde fornecer alimentação, ou sejam o HNSG não poderia vender para o Município, se é que entenderam, a não ser tratamento médico e afins.
Os relatórios apresentados foram, vamos e convenhamos, um baque para a administração porque, segundo os próprios vereadores escreveram, comprova-se erros graves cometidos, para não dizer outras palavrinhas ligadas às gestões públicas. Mas por que não sentimos isso? Apesar de encontrar irregularidades, o Legislativo preferiu sugerir que o setor competente da administração municipal tome as medidas cabíveis e sugerir que o documento seja encaminhado ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas. Sugestão é uma coisa, cobrança é outra.
A Câmara bateu e afagou a administração, mesmo encontrando "fortes indícios" de irregularidades. Não vamos aqui cobrar qualquer tipo de atitude de quem quer que seja, não é nosso papel. Como sempre salientamos, queremos o bem para Sete Lagoas, tão sofrida em certas épocas e administrações que já se foram. Expomos os fatos, tirem suas próprias conclusões.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Confirma ou “des”confirma?
Hoje é terça-feira, dia de reunião da Câmara Municipal e No Prelo está atento ainda mais, já que consta na pauta a apresentação do relatório final da Comissão de Sindicância que apurou possíveis irregularidades na compra de dois equipamentos pelo Fundo Municipal de Saúde – um analisador de urina e uma lavadora de alta pressão (leia post abaixo).
O que queremos saber é simples: o relatório da comissão composta pelo vereadores Euro Andrade, Dalton de Andrade e Toninho Rogério vai confirmar ou não o que a própria administração municipal já confirmou? Ou seja, que realmente houve fraude na compra destes equipamentos – apesar de em nota oficial a Prefeitura apontar “indícios”.
O Comunicado soou não só para No Prelo, mas para várias outras pessoas, como confirmação de superfaturamento, uma confissão de culpa de que alguma coisa errada existiu. Não somos cavaleiros do Apocalipse, mas se houve erro os culpados terão que vir à tona e cabe à Câmara, como representante do povo e fiscalizadora do Poder Executivo, tomar as medidas cabíveis.
Vale lembrar, ainda, que quando as denúncias surgiram e a tão propalada CPI pedida pelo vereador Dr. Caio Dutra se transformou em Comissão de Sindicância, estes dois jornalistas, além do nosso amigo Celsinho Martinelli, ouvimos a afirmativa de que se as denúncias fossem verdadeiras uma CPI seria criada na Casa para apurar mais afundo toda a história. Haveria também apoio das demais bancadas, inclusive da situação. Veremos....
O que queremos saber é simples: o relatório da comissão composta pelo vereadores Euro Andrade, Dalton de Andrade e Toninho Rogério vai confirmar ou não o que a própria administração municipal já confirmou? Ou seja, que realmente houve fraude na compra destes equipamentos – apesar de em nota oficial a Prefeitura apontar “indícios”.
O Comunicado soou não só para No Prelo, mas para várias outras pessoas, como confirmação de superfaturamento, uma confissão de culpa de que alguma coisa errada existiu. Não somos cavaleiros do Apocalipse, mas se houve erro os culpados terão que vir à tona e cabe à Câmara, como representante do povo e fiscalizadora do Poder Executivo, tomar as medidas cabíveis.
Vale lembrar, ainda, que quando as denúncias surgiram e a tão propalada CPI pedida pelo vereador Dr. Caio Dutra se transformou em Comissão de Sindicância, estes dois jornalistas, além do nosso amigo Celsinho Martinelli, ouvimos a afirmativa de que se as denúncias fossem verdadeiras uma CPI seria criada na Casa para apurar mais afundo toda a história. Haveria também apoio das demais bancadas, inclusive da situação. Veremos....
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Indícios ou confirmaçao?
A Prefeitura de Sete Lagoas soltou Comunicado Oficial na imprensa, ontem, através do qual declara haver a existência de indícios de superfaturamento na compra de dois equipamentos pelo Fundo Municipal de Saúde de Sete Lagoas – um analisador de urina e uma lavadora de alta pressão. A denúncia surgiu através do vereador Dr. Caio Dutra, opositor à atual administração, em setembro último, na Câmara.
Ainda no Comunicado, tanto o prefeito Maroca quanto o secretário de Saúde, José Orleans, pedem a adoção de medidas urgentes para descobrir se houve participação de algum funcionário do órgão na compra dos equipamentos - como se não tivesse havido. Ou será que os equipamentos se auto-superfaturaram? A apuração será enérgica e os culpados aparecerão, pelo menos é o que espera toda a sociedade. (Deve ter gente cortando prego na Secretaria, ah se deve!!!)
Na opinião destes dois que vos escrevem, ao que parece a nota de esclarecimento soa mais como confirmação de fraude do que apontamento de indícios. Mas vale a pena ressaltar também o comprometimento do prefeito em mandar apurar o fato, apesar de que se não mandasse a culpa cairia somente sobre ele e o secretário. Também, tão logo Caio Dutra fez a denúncia e ela chegou às mãos de jornalistas, a comunicação tratou de desmentir o fato. Agora, deu no que deu.
Quem deve estar rindo à toa com o comunicado é o próprio denunciante, o vereador Caio, que com certeza sai por cima nesta história ao mostrar que o que disse tem realmente um fundo de verdade. Houve quem disse ter ele dado um tiro no pé, mas ao que tudo indica acertou no alvo. Com dinheiro público não se brinca e o caso serve de lição para que novos não aconteçam.
Temos que ressaltar, também, que é humanamente impossível a presença e a ciência do prefeito e do secretário de tudo o que acontece nas secretárias. Justamente por isso existe a delegação de funções. Que há culpado há...queremos saber quem. E vamos saber, ah se vamos.
Ainda no Comunicado, tanto o prefeito Maroca quanto o secretário de Saúde, José Orleans, pedem a adoção de medidas urgentes para descobrir se houve participação de algum funcionário do órgão na compra dos equipamentos - como se não tivesse havido. Ou será que os equipamentos se auto-superfaturaram? A apuração será enérgica e os culpados aparecerão, pelo menos é o que espera toda a sociedade. (Deve ter gente cortando prego na Secretaria, ah se deve!!!)
Na opinião destes dois que vos escrevem, ao que parece a nota de esclarecimento soa mais como confirmação de fraude do que apontamento de indícios. Mas vale a pena ressaltar também o comprometimento do prefeito em mandar apurar o fato, apesar de que se não mandasse a culpa cairia somente sobre ele e o secretário. Também, tão logo Caio Dutra fez a denúncia e ela chegou às mãos de jornalistas, a comunicação tratou de desmentir o fato. Agora, deu no que deu.
Quem deve estar rindo à toa com o comunicado é o próprio denunciante, o vereador Caio, que com certeza sai por cima nesta história ao mostrar que o que disse tem realmente um fundo de verdade. Houve quem disse ter ele dado um tiro no pé, mas ao que tudo indica acertou no alvo. Com dinheiro público não se brinca e o caso serve de lição para que novos não aconteçam.
Temos que ressaltar, também, que é humanamente impossível a presença e a ciência do prefeito e do secretário de tudo o que acontece nas secretárias. Justamente por isso existe a delegação de funções. Que há culpado há...queremos saber quem. E vamos saber, ah se vamos.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Começou o período do vale tudo ou do tudo vale...
Semana iniciada, após o feriado do Dia dos Mortos - ou Finados, como queiram. Estes dois jornalistas voltam à labuta diária, na busca por notícias, mas que no caso de No Prelo se trata de uma busca de bastidores. Estamos chegando no fatídico final de ano, que como sempre acontece temos que nos render, muitas vezes, às matérias frias, já que notícia de repercussão pouco acontece neste período, até janeiro. Mas vida que segue.
Porém, ao que tudo indica, este final de ano e início do próximo será diferente. E por que? Ah, são as eleições. E vai começar - se já não o começou - o período do vale tudo ou do tudo vale. Na semana passada repercutimos a tão "bombástica" gravação apresentada por Ronald, o Cana Brava - a quem tivemos a grata satisfação de ver novamente no último sábado, mas que desta vez nem parar parou e nem olhar, olhou. Já comentamos que a bomba se mostrou mais um traque, e crefado!!!
Agora nos deparamos com a informação difundida em vários blogs da internet e colunas de fofoca publicadas em sites, de que o Aécim Neves teria dado um sopapo na acompanhante em uma festa chique aí do Rijanero, no domingo. Não queremos e nem vamos defender quem quer que seja, principalmente político, mas há muito mais coisas entre o céu e a terra neste campo do que julga nossa vã filosofia, há. O leitor e eleitor deve ficar atento ao jogo de bastidores, ou seja, quem quer minar quem e como vai faze-lo.
Se foi verdade ou não que fulano de tal bateu em beltrana, pouco nos interessa. Se ciclano desviou 1 real ou 1 milhão, a Justiça deve julgar. Mas no final das contas, o maior juiz é o povo...que deve analisar muito bem os fatos, pesar os prós e os contras, e depositar seu voto com consciência. Muito acontece nos bastidores, a maioria não pode ser publicada porque, afinal de contas, não pode ser provada. Portanto, vigiai!
Porém, ao que tudo indica, este final de ano e início do próximo será diferente. E por que? Ah, são as eleições. E vai começar - se já não o começou - o período do vale tudo ou do tudo vale. Na semana passada repercutimos a tão "bombástica" gravação apresentada por Ronald, o Cana Brava - a quem tivemos a grata satisfação de ver novamente no último sábado, mas que desta vez nem parar parou e nem olhar, olhou. Já comentamos que a bomba se mostrou mais um traque, e crefado!!!
Agora nos deparamos com a informação difundida em vários blogs da internet e colunas de fofoca publicadas em sites, de que o Aécim Neves teria dado um sopapo na acompanhante em uma festa chique aí do Rijanero, no domingo. Não queremos e nem vamos defender quem quer que seja, principalmente político, mas há muito mais coisas entre o céu e a terra neste campo do que julga nossa vã filosofia, há. O leitor e eleitor deve ficar atento ao jogo de bastidores, ou seja, quem quer minar quem e como vai faze-lo.
Se foi verdade ou não que fulano de tal bateu em beltrana, pouco nos interessa. Se ciclano desviou 1 real ou 1 milhão, a Justiça deve julgar. Mas no final das contas, o maior juiz é o povo...que deve analisar muito bem os fatos, pesar os prós e os contras, e depositar seu voto com consciência. Muito acontece nos bastidores, a maioria não pode ser publicada porque, afinal de contas, não pode ser provada. Portanto, vigiai!
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
E não é que existia?
Depois de muitos boatos, suspeitas e fofocas, finalmente a tal gravação prometida pelo Ronald, o Cana Brava, apareceu. E ela apareceu logo na Câmara Municipal, local onde ele foi sumariamente cassado, e foi enviada misteriosamente para o líder da oposição na casa, o vereador Caio Dutra, que fez o que pode para ouvir a fita durante a reunião ordinária desta última quarta-feira. mas barrou na resistência do presidente em exercício Milton Saraiva, que substituia Duílio, que estranhamente não compareceu na reunião.
Diante disso, Caio Dutra chamou a imprensa e curiosos (e como havia curiosos) para o seu próprio gabinete, para ouvir a gravação, que segundo ele, não sabia o que continha. E para surpresa (ou decepção), ela não revela nada, não tinha nada muito esclarecedor, e além disso, não serve de prova a nada. A gravação registra uma conversa entre Duílio e Chapinha, que conta a "distribuição" de dinheiro na época jurássica da cassação, assunto já morto. O que nos dá a entender, é que o próprio Duílio não sabia direito a história, pois é ele quem fica perguntando à Chapinha os detalhes. Ele fala de dinheiro recebido por Capanema, a principal testemunha no caso de desvio de combustível. Seria a grande importância de R$1 mil, isso mesmo, 1.000 reais, durante alguns 3 meses. Há outra parte que também fala de um depósito na conta do vereador João Pena, mas não revela a quantidade.
O próprio Ronald, o Cana Brava, em ofício enviado ao Caio Dutra, revela que a gravação foi enviada ao ministério Público e à Promotoria Especializada de Combate à Crime praticados por agente políticos, que não deram a mínima atenção ao conteúdo, provavelmente por não demonstrar nada. Depois de ouvir, ficamos especulando o que queria o ex-prefeito com essa revelação. Junto com nosso amigo Renato Alexandre (Sete Dias) e Celso de Azevedo (rádio Santana), filosofamos por vários instantes o objetivo, e não chegamos a nenhuma conclusão bombástica.
Seria atingir Duílio, que segundo o Cana Brava, sabia de toda a história de suborno e não contou à justiça? Sabemos que ele decretou guerra ao presidente da Câmara recentemente, e ameaça a concorrer pelo mesmo partido para deputado estadual. Ou ele queria sair de vítima dessa história toda?
A gravação, como já dissemos, não tem muita credibilidade, pois não mostra quando foi gravada, e muito menos incrinima praticamente nenhum vereador. Vamos ver o desenrolar dessa história...
Diante disso, Caio Dutra chamou a imprensa e curiosos (e como havia curiosos) para o seu próprio gabinete, para ouvir a gravação, que segundo ele, não sabia o que continha. E para surpresa (ou decepção), ela não revela nada, não tinha nada muito esclarecedor, e além disso, não serve de prova a nada. A gravação registra uma conversa entre Duílio e Chapinha, que conta a "distribuição" de dinheiro na época jurássica da cassação, assunto já morto. O que nos dá a entender, é que o próprio Duílio não sabia direito a história, pois é ele quem fica perguntando à Chapinha os detalhes. Ele fala de dinheiro recebido por Capanema, a principal testemunha no caso de desvio de combustível. Seria a grande importância de R$1 mil, isso mesmo, 1.000 reais, durante alguns 3 meses. Há outra parte que também fala de um depósito na conta do vereador João Pena, mas não revela a quantidade.
O próprio Ronald, o Cana Brava, em ofício enviado ao Caio Dutra, revela que a gravação foi enviada ao ministério Público e à Promotoria Especializada de Combate à Crime praticados por agente políticos, que não deram a mínima atenção ao conteúdo, provavelmente por não demonstrar nada. Depois de ouvir, ficamos especulando o que queria o ex-prefeito com essa revelação. Junto com nosso amigo Renato Alexandre (Sete Dias) e Celso de Azevedo (rádio Santana), filosofamos por vários instantes o objetivo, e não chegamos a nenhuma conclusão bombástica.
Seria atingir Duílio, que segundo o Cana Brava, sabia de toda a história de suborno e não contou à justiça? Sabemos que ele decretou guerra ao presidente da Câmara recentemente, e ameaça a concorrer pelo mesmo partido para deputado estadual. Ou ele queria sair de vítima dessa história toda?
A gravação, como já dissemos, não tem muita credibilidade, pois não mostra quando foi gravada, e muito menos incrinima praticamente nenhum vereador. Vamos ver o desenrolar dessa história...
Memória curta
Às vezes sofremos deste mal, e é sempre bom alguém para nos lembrar dos fatos. Pois na reunião de ontem da Câmara Municipal, que foi quente, as memórias foram afetadas. Principalmente do vereador Marcelo Pires (será ele parente do Alexandre, aquele que chora aos pés de Bush?), que teve um repentino ataque no momento que subiu à tribuna para fazer sua comunicação pessoal.
Ele começou reclamando, em nome de um empresário da Boa Vista, das dificuldades impostas pela Secretaria de Meio Ambiente, de liberar as malditas panfletagens. Seu amigo empresário, segundo ele, estava tendo dificuldades e até mesmo foi abordado por fiscais, durante seus trabalhos na rua. Logo depois ele ainda denunciou que os tais fiscais cobraram dele, em troca da autorização da panfletagem, a compra e instalação de uma lixeira no local próximo à distribuição de panfletos, e indicaram a empresa onde poderia fazer sua aquisição da lixeira.
Engraçado. A nove lei que regulamenta a panfletagem, que até foi criticada aqui neste blog por já existir um Código de Posturas do Município e era apenas preciso aplicar o que estava escrito antes, foi aprovada pela atual legislatura. Detalhe: por unanimidade. Ou seja, o próprio Marcelo, aquele que não é primo do Alexandre Pires, votou a favor da lei que ele mesmo agora reclama.
Será mesmo que é memória curta?
Ele começou reclamando, em nome de um empresário da Boa Vista, das dificuldades impostas pela Secretaria de Meio Ambiente, de liberar as malditas panfletagens. Seu amigo empresário, segundo ele, estava tendo dificuldades e até mesmo foi abordado por fiscais, durante seus trabalhos na rua. Logo depois ele ainda denunciou que os tais fiscais cobraram dele, em troca da autorização da panfletagem, a compra e instalação de uma lixeira no local próximo à distribuição de panfletos, e indicaram a empresa onde poderia fazer sua aquisição da lixeira.
Engraçado. A nove lei que regulamenta a panfletagem, que até foi criticada aqui neste blog por já existir um Código de Posturas do Município e era apenas preciso aplicar o que estava escrito antes, foi aprovada pela atual legislatura. Detalhe: por unanimidade. Ou seja, o próprio Marcelo, aquele que não é primo do Alexandre Pires, votou a favor da lei que ele mesmo agora reclama.
Será mesmo que é memória curta?
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Encontro marcado

Para quem quer enriquecer um pouco mais a sua cultura e ainda ajudar a dica do blog desta semana é a peça "O fim de todos e a barca mundana", que será encenada às 20h na Casa da Cultura. A direção é de nosso amigo Paulinho do Boi, que dispensa maiores apresentações, e como Saúva, merecia também o tal de diploma de horna ao mérito de nossos vereadores, mas por também não ser puxa-saco de nenhum político, não deverá ser indicado. Melhor assim na avaliação desses escribas.
Mas à peça. É uma adaptação de textos de nomes como Willian Shakespeare (não aquele romanceado no filme), o insuperável Charles Chaplin e Gil Vicente (que tem a referência da Barca do Inferno), dentre outros. A peça, resultado da oficina de teatro do Serpaf, que trabalha com comunidades carentes, discute temas tão nobres como o amor, fé, compaixão e alguns menos reconhecidos, como ira, ódio e morte.
Será que alguns de nossos políticos terão medo de assistir?
Obs.: O ingresso é apenas um quilo de alimento não-perecível. Compareça.
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