segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Há jornalistas unidos...sim....




Ai só tem Registros Profissionais de Jornalistas. Fred Rezende, Davidson Padrão, Raquel Tavares, Pablo Pacheco, Roberta Borato e Marcos Avellar. Ainda participaram do encontro, mas não estavam no momento da foto Chico Maia, Celso Martinelli e Fernanda Tótoli

No último sábado (31.01) alguns jornalistas que militam na imprensa de Sete Lagoas se reuniram para um agradável bate papo, colocar a conversa em dia regado a suco de cevada e tira gosto da melhor qualidade no Aconchego. Depois, parte da turma rumou ao Carlin do Canaan, onde continuaram a conversa. Na pauta, os bastidores da cobertura jornalística da cidade e assuntos relevantes de interesse direto da classe na cidade.

7 comentários:

Renato Alves disse...

Bando de traíra, exijo que repitam a empreitada essa semana. Estarei na "urbe" (argh) para um tratamento de bursite.

P.S.: Também tenho registro, o que não quer dizer muita coisa

Astufio disse...

Caros jornalistas,
É preciso a união da classe, e olha que não sou jornalista, para defender os interesses da população que depende da IMPARCIALIDADE nos noticiários da cidade. Que este motivo, e também a cervejinha seja motivo para mais encontros, talvez mais formais, talvez através de UM núcleo do sindicato dos jornalistas na cidade, ou uma associação que os represente. Oh! tô dando palpite demais...

Abraço a todos!
Jornalista Setelagoanos UNI-VOS !!!

Corrente que pega gente disse...

"Olha a corrente... que pega gente... quem tem medo sai da frente!" rs.

Deve ter sido uma diversão (produtiva!!) e tanto.

Ps: Me ajudem a lembrar aqui... quem foi mesmo que ligou no programa de sábado dizendo que achava este negócio de "registro profissional" uma bobagem dispensável?

Anônimo disse...

Bonito encontro. Mas, registro não é garantia de caráter, imparcialidade e principalmente competência. Tem muita gente com canudo na mão que não consegue escrever um lead. Com as palavra os nobres jornalistas setelagoanos.

No Prelo disse...

Caros Renato e anônimo (só podemos chamar assim, já que não tem mesmo nome):

o encontro foi informal, para um bate-papo sobre bobagens que se diz apenas pelos bares da vida e também por quê não, sobre o árduo trabalho de jornalista em uma cidade como Sélagoas.

Aqui, o registro não foi o principal, pois sabemos que nada adianta registros. Mas sim uma resposta sobre questões que estão em voga por ai na cidade, como podem ver no texto escrito no Prelo (http://jornalismonoprelo.blogspot.com/2009/01/est-tudo-errado-mesmo.html).

Se há bailes de médicos, engenheiros, o habitate natural de nós jornalistas para tal encontro é como bem sabe Renato, um bom boteco, que se possível tenha um ótimo tira-gosto.

E por último, seriedade, responsabilidade é inerente em qualquer profissão, e não somente a de nós jornalistas.

Abraços a todos.

Obs.: Renato, o encontro deste final de semana está em suas mãos...rs

Renato Alves disse...

Anônimo, realmente não acho que registro seja garantia de algo, além de algum controle da profissão e dos seus profissionais. Mas ele tem que existir - assim como os médicos e engenheiros têm seus conselhos - para frear um pouco a picaretagem, principalmente no interior, onde pilantras usam jornalecos para extoquir administradores e empresários.
No mais, anonimato está longe de ser uma atitude honesta, imparcial, digna do mínimo respeito.

Pablo disse...

Renato, o buteco do último sábado foi, oxalá, a primeira das várias reuniões dos jornalistas formados que atuam em Sete Lagoas.

Sei que não cabe como desculpa não termos te convidado ou levado o documento ao seu conhecimento (que estou te enviando logo após este comentário). Mas queríamos acionar aqueles que estão atualmente ligados profissionalmente à cidade.

A sua resposta sobre a necessidade do conselho fiscalizador nos fugiu no programa da rádio Santana. O ouvinte Fernando Costa deveria saber que, assim como exigimos técnica e profissionalismo de médicos e engenheiros, a sociedade deveria apoiar jornalistas formados, técnicos e capacitados, sem concluio com esquemas duvidosos de publicidade e matérias chapa-branca.

Eu voto num novo encontro em março - ou seja, estou legislando em causa própria, pois só estarei em Sete Lagoas depois do carnaval.

Ah, Marcão, não sou presidente de porra nenhuma!!! Quer dizer, a subsede receberia alguma verba?...hehe