sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Ê saudade...

Saber voltar ao passado é uma sabedoria. Nem todos conseguem isso corretamente, mas quando aprendem, é de grande serventia. Alguns retornam apenas por retornar, para falar daquilo, mas se esquecem do aprendizado, então esse retorno fica sem objetivo.

Por que falo isso? Porque às vezes sinto saudade de um tempo de políticos sérios, em que tratavam os assuntos públicos, de forma pública, do povo. Saudades de pessoas como Dr. Afrânio Avelar, referência incontestável na política da cidade. Saudades de seu companheiro de diversas lutas e reuniões, Sô Avellar, aquele da loja de ferragens na Monsenhor Messias. Foi naquele balcão que aprendi seriamente sobre ética e moralidade.

E voltar a esses tempos é lembrar de casos ouvidos na casa dos meus avós, quando Sô Avellar, eleito como vice-prefeito, se recusou a receber o salário que lhe era de direito. Lembro bem do reboliço no almoço da família, mas meu avô sério respondeu: "Faço isso pela cidade, em prol da população. Tenho uma boa renda e meus filhos estão muito bem encaminhados. Não preciso deste salário". Recordo até ele recusar o veículo oficial, que parava em sua porta, para levá-lo em seu gabinete, pois achava tão perto, que era um absurdo não poder ir à pé.

Pois é... Pena que não existem mais os Doutores Afrânios e nem os Senhores Avellares por ai na política. Os discursos muitas vezes são vazios, palavras que são jogadas em papéis que aceitam tudo, mas que na prática, vemos que não passam de uma certa hipocrisia. Há quem diga que voltou para ajudar a cidade, se o é, que faça como Sô Avellar, recuse também seu provento. Porque senão, a "farra" vai continuar...

Marcos Avellar
Obs.: Assino o texto, pois bem sabem, é um pouco autoral demais.

30 comentários:

Diadorim disse...

Comentário 1:

[i]"Homem de mansa lei, coração tão branco de bom, que mesmo pessoa muito alegre ou muito triste gosta de poder conversar com ele."[/i]

Estas foram as palavras de Riobaldo ao descrever seu Compadre Quelemém no livro Grande Sertão: Veredas.

Apropriando-me da delicadeza do Guimarães Rosa, refiro-me da mesma forma àqueles que o Marcão, saudosamente, nos faz recordar: Dr. Afrânio Avelar e Sô Avellar.

Obrigada por fazer com que tais [i]"horas antigas fiquem muito mais perto da gente do que outras, de recente data".[/i]

Que fique o exemplo.

Diadorim disse...

Comentário 2

Contexto: terceira pergunta feita ao Paulo Rogério Campolina Paiva, irmão do Maroca, Secretário de Obras Públicas e Infra-estrutura, ao Jornal Sete Dias.

Espie...

[b]O prefeito, seu irmão Mário Márcio (Maroca), defende seu nome desde a nomeação do secretariado. Você sofreu algum desgaste com as acusações de nepotismo?[/b]

Antes de qualquer coisa, é preciso por fim a esse assunto. [b]Não assumi o cargo de secretário porque preciso[/b](1) e não estou como titular da pasta por vaidade. [b]Eu trabalho para servir Sete Lagoas[/b](2) pois sigo uma linha de raciocínio e o exemplo de algumas pessoas, como meu pai (Juvenal Abreu Paiva) e meu avó (José Duarte de Paiva). [b]Jamais assumiria a secretaria se fosse realmente nepotismo e ilegal.[/b](3)


Sobre os pontos 1 e 2, sugiro a ele a seguinte campanha (que muito irá servir à nossa cidade e um grande exemplo ficará ao país inteiro):

Cadastramento de instituições sociais da cidade que, mais do que ele mesmo, possivelmente precisem da verba de alguns mil reais mensais.

Há forma melhor do que servir à cidade de, para além de uma boa atuação na secretaria, abrir mão do seu salário doando-o a quem realmente precise dele?

Sobre o ponto 3... bom, se nomeação de irmão não é nepotismo, o que é então?


[i]"Mire e veja...[/i]"

Robson disse...

Hipocrisia:

A fala do Secretário irmão no Sete Dias é de uma hipocrisia sem limites. É uma afronta!

Se o primeiro-irmão é tão altruísta por que não dispensar os proventos e as mordomias?

Aja como Sô Avelar, ou como sugerido por Diadorim. Aí sim irei acreditar no discurso dele.

É como diz o velho Xerife Walace:
Muda-se a ração, mas os porcos são os mesmos.

Robson, o indignado!

Robson disse...

Alento:

Parabéns Marcão pelo artigo "ê Saudade..."

Realmente é de dar saudades desses tempos pretéritos. Tempos éticos que de tão longe, até parecem que não existiram.

Para não ficar somente no ambiente familiar, acrescento junto aos seus (merecidos) ícones da ética, o Sr. Alberto Moura, que quando Prefeito, proibiu a Prefeitura de adquirir produtos na sua loja, a Casa Moura .

O resto é farinha do mesmo saco. Mesmo que esse saco tenha adereços de mudanças para iludir os elitores incautos.

Robson

Robson disse...

Ao Diadorim.

Parabéns pelo comentário.

Incisivo e poético... Cortante como peixeira!

Saudações roseanas.

Robson

Anônimo disse...

Um leitor responde ao Diadorim:

"Há forma melhor do que servir à cidade de, para além de uma boa atuação na secretaria, abrir mão do seu salário doando-o a quem realmente precise dele?"

Resposta: (1) Existem inúmeras formas de servir melhor a cidade, do que abrir mão do salário. Se não consegue imaginar outras, você é limitado - ou bitolado - de raciocínio.

Concluíndo: (2) Todo trabalho tem que ser remunerado. O "favor" não pode ser cobrado. Como exigir resultados de trabalho voluntário? Vamos pagar sim aos homens públicos e cobrar honestidade, seriedade, competência etc e tal.

.......

Respondendo também, a pergunta: "Sobre o ponto 3... bom, se nomeação de irmão não é nepotismo, o que é então?"

Venho contribuir com a seguinte resposta. A impresa e aqui No prelo, de forma incorreeta, disse que era nepotismo a nomeação do Gustavo Paulino. Já ficou exclarecido em outros tópicos que a nomeação não configura como tal. Foi pura maldade - ou desinformação - dos jornalista.

No caso da nomeação do Paulo Rogério, a lei também permite. Não configura nepotismo. Os "leitores comentaristas" precisam se informar melhor dos fatos, antes de fazerem suas colocações.

Em Tempo: Jo jornalista sindicalizado Marcão também parece ser desinformado e deu atestado de que não conhece nossa cidade: Disse no jornal Estado de Minas que o prefeito nomeou sua Mulher par cargo de confiança. Tá louco ou com segundos objetivos?

No Prelo disse...

Ao anônimo:

Seu comentário não seria postado por causa de seu tom usado, em que dispara e agride as pessoas. Não concordamos com esse tipo de atitude, típica de pessoas mal-educadas e que não estão acostumadas em manter um nível de discussão superior. Muito atrasado, por sinal. Mas o publicamos para provar que somos democráticos, ao contrário de muitos casos que vemos por ai.

Não vamos ficar dando explicações e respondendo este tipo de atitude. Mas pedimos que seja mais educado. E principalmente: leia jornal. Pois no Estado de Minas do dia seguinte, ou seja, no sábado, foi publicada uma matéria de mesmo tamanho corrigindo o erro. Seja mais informado.

E por último: o jornalista Marcos Avellar não é sindicalizado, e muito menos ligado a grupos políticos. Só tem liberdade de expressão, sem rabo preso a nenhuma grupo de poder. Liberdade de expressão, repetimos.

E que seja sempre bem vindo ao blog, mas que seja mais educado ao usar suas palavras.

Robson disse...

A parentalha:

Há muito perderam a razão.

Agora perdem a educação (se é que algum dia tiveram!).

Só não perdem a pose e a arrogância.

Minha solidariedade ao Prelo e ao Diadorim.

Robson.

Robson disse...

À Parentalha II:

Enfim, a parentalha revela seu verdadeiro caráter.

Estão na Prefeitura por dinheiro, pois como dissse o Anônimo maroquista, não existe trabalho sem remuneração.

Indico ao ilustre maroquista-parente que faça uma visita às Voluntárias dos Hospitais N.S.Graças e Municipal, à Creche do Padre Adriano,à Vila Vicentina, etc, etc.

Verás que existe sim, trabalho voluntário sem remuneração e com excelentes resultados.

Ahhh....mas isso é próprio dos probos e solidários. O que não é o caso da "parenta$$a".


Robson

Diadorim disse...

"... a gente carece de fingir às vezes que raiva tem, mas raiva mesma nunca se deve de tolerar ter. Porque, quando se curte raiva de alguém, é a mesma coisa que se autorizar que essa própria pessoa passe durante o tempo governando a idéia e o sentir da gente; o que isso era falta de soberania, e farta bobice, e fato é..." (Guimarães Rosa)


Pois é, deveria ser assim... ninguém cultivando rancores, adjetivos negativos gratuítos sendo poupados, enfim, que valessem prioritariamente as idéias ou, pelo menos, a intenção de entendê-las.

Mas... senta que lá vem a história, rs.

Gosto de escrever e por isso, somente por isso, vou me ater na tentativa de repetir meu ponto de vista - que, obviamente, foi mal-entendido.

1) Não disse que A MELHOR forma de ajudar a cidade é doando seu salário. Fui clara ao sugerir ironicamente que tal ação poderia ser adotada PARA ALÉM DA BOA ATUAÇÃO NA SECRETARIA. Ponto. O principal ainda é cumprir com rigor suas atribuições como secretário. Claro. Esta é, sem dúvida, a melhor contribuição almejada por nós.

2) Concordo que as pessoas realmente devem ser valorizadas e reconhecidas, também através de uma remuneração salarial, a um trabalho bem feito. Não há mal nenhum em admitir que um salário faz diferença, que motiva, que é necessário. O que despertou minha ironia ao sugerir a campanha foi justamente o Paulo Rogério dizer enfaticamente "que não precisa". Tudo bem. Se não precisa, que abra mão. Se precisar... tudo bem também. Ser remunerado é justo. Agora... o trabalho voluntário também é.

E abro um outro tópico para "filosofar" acerca do trabalho voluntário. Sei que talvez fugirei do enfoque principal, mas o assunto merece! rs.

Me entristeci com a frase: "Todo trabalho tem que ser remunerado. Como exigir resultados de trabalho voluntário?"

Não é assim. Ainda bem que não! O reconhecimento de um trabalho bem feito não vem apenas através do salário. Há outras recompensas, outros reforçadores. E aqueles que algum dia já participaram de algum volutariado sabe a que me refiro. Esta é a verdadeira doação... doação de tempo, de idéias, de cuidado, de projetos. Há MUITO, MUITO trabalho voluntário de qualidade e com ótimos resultados por aí.

3) Não sou "bitolado", nem "limitado". Seria, no pior das hipóteses "bitolada" ou "limitada". Diadorim era uma mulher!!

Boa noite, pessoal!

Diadorim disse...

Robson, Robson... nosso raciocío foi o mesmo. O que é ótimo! Sinal que os trabalhos voluntários existem, são reconhecidos e servem de bom exemplo SIM.

Escrevi minha mensagem anterior e ao retornar ao blog havia esta sua... que interessante!

Para encerrar a noite:

"... porque a cabeça da gente é uma só, e as coisas que há e que estão para haver são demais de muitas, muito maiores diferentes, e a gente tem de necessitar de aumentar a cabeça, para o total." (Guimarães Rosa)

Um abraço para cada um.

O Coyote disse...

Caríssimos:
Tenho acompanhado o alto nível de discussões referentes à essa última postagem...
Sinto não poder citare tb Diadorim e Guimarães Rosa pois não li (ainda) suas obras.
Mas concordo que o último político honesto que conheci em Seven Lakes, foi o Dr. Afrânio.
Posso falar muito pouco do Sô Avelar.Lembro-me muito vagamente dele em sua loja na Monsenhor Messias quando ia estudar no então "Grupo Escolar Arthur Bernardes".
Onde foram parar os políticos honestos dessa cidade???Quem souber, me responda...

Robson disse...

Diadorim...Diadorim...

Passadas tantas veredas ainda confunde mentes.

Sua androginia leva novos jagunços a confudir-lhe a sexualidade.

Mas não há de ser nada! Que nem Riobaldo, o Anônimo maroquista poderia lhe assuntar:

" mas eu gostava dele, dia mais dia, mais gostava. Diga senhor: como feitiço? Isso. Feito coisa-feita. Era ele estar perto de mim, e nada me faltava. Era ele fechar a cara e estar tristonho, e eu perdia meu sossego."

Robson. O arvoado.

No Prelo disse...

E depois nós que somos "bitolados", "limitados"...

Se não sabes no mínimo que Diadorim era uma mulher, pois até mesmo quem não leu a obra do Rosa sabe por ter estudado em alguma escola Literatura Brasileira, como chama pessoas que citam textos roseanos de bitolados e limitados?

Ao Anônimo, isso foi prova de quem aqui merecia tal denominação...

Robson disse...

Coyote:

Políticos honestos em SL deveras que há de ter. Verdade que são poucos.

Apesar de tê-los em mente, abstenho de citar nomes para não cometer injustiças.

Temos é que saber escolhê-los. E, isso é função e obrigação nossa.

Quanto a Guimarães Rosa não deixe de ler, por que vai gostar.

E obrigado pelo "alto nível".

Robson.

Anônimo disse...

Quem joga pedra e esconde a mão é e covarde, não merece respeito. Assinem os nomes e sobrenomes corretamente. Sejam homens.

Renato Alves

O Coyote disse...

Meu Caro Robson:
Não me diga que os políticos honestos estão na Câmara Municipal e que são médicos.
Aliás, o mal maior da última legislatura na Câmara foi ter tantos médicos e eles nada fazerem para a saúde...Minto, fizeram sim,enviaram vários currículos de seus apadrinhados para a SMS...

Robson disse...

Coyote:

Médicos...são médicos. O erro deles a terra cobre.

Mas na política erram demais.

Um deles, enquanto candidato a Prefeito na eleição passada, prometeu resolver o problema da saúde em 100 dias. Lembra-se??

O bom foi que os eleitores não acreditaram. rsrsrs

Um abraço.

Robson

Robson disse...

Renato Alves ou Anônimo?

Que tal começarmos a identificar por você?

Robson.

Robson disse...

Renato Alves/Anônimo:

A propósito: meu sobrenome é Paiva.
rsrsrsrsrss

Robson PAIVA

No Prelo disse...

Pessoas tão estimadas de nosso blog, anônimos, pseudônimos ou não.

Vamos manter a calma, e principalmente o nível das discussões. Não queremos em momento algum ter que reprovar um comentário, por ser ofensivo a algum de vocês.

Afinal, estamos aqui para enriquecer a discussão e podermos falar coisas que outros não falam, sejam porque não querem ou porque não podem (leia-se: estão comprados).

Então vamos continuar nossa saga de tentar fazer deste blog um espaço livre, democrático.

Abraços a todos.

Obs.: Só para esclarecer, os comentários aqui são moderados por consequencia de pessoas mal educadas que não souberam usá-lo de forma correta. Infelizmente.

Robson disse...

Ao Prelo:

Desculpe ao blog e aos demais leitores, se extrapolei.

Desculpe ao Renato Alves/Anônimo.

Retiro o que eu disse sobre a identificação.

Abraços democráticos.

Robson

No Prelo disse...

Robson,
é por essas e outras que você é sempre bem vindo ao nosso blog.

Nosso comentário não foi direcionado a ninguém especificamente. Mas como moderadores e editores deste espaço, vimos que poderia haver um princípio de tumulto e talvez até mesmo de agressões. Foi este nosso intuito, de pedir calma para mantermos um bom nível das discussões.

Obrigado mais uma vez.

Anônimo disse...

Robson-não-sei-do-quê, como viu, é Renato Alves mesmo. Não me escondo, mesmo não tendo estabilidade, como um servidor público.
O anônimo vem em cima porque esse blog não permite a assinatura direta. Há um miniformulário a ser preenchido, com direito a senha. Só falta pedir CPF, telefone e endereço.
Senhores blogueiros, por favor, deem um jeito.
Renato Alves (renato.alves.bsb@gmail.com)
P.S.: Se vier com agressões gratuitas, deleto e vou atrás do prejuízo.

No Prelo disse...

Renato Alves (e sabemos que é realmente você),
para assinar e não sair como anônimo é só selecionar logo abaixo à caixa de comentário (onde vc escreve o comentário) a opção NOME/URL. Ai o blog vai pedir seu nome.

Tbém não sabíamos dessa opção, e descobrimos agora, ao tentar solucionar esse problema.

Abraço

Robson disse...

Renatinho...Renatinho...

Até suspeitei que fosse você.

Depois pensei que fosse alguém usando o seu nome em vão(talvez por mineirice exarcebada).

Conheço você desde os tempos de Sete Dias. E como naquela época continuas corajoso e incisivo. Só que agora escrevendo melhor.

Fico feliz em saber que continua no Correio Brasiliense e fazendo sucesso.

Você me conhece e temos amigos em comum (de copo e de cruz).

Uso o pseudônimo de Robson, não por covardia, mas por opção.

Essa opção é permitida até para jornalistas, apesar que eu não concordo no caso de jornalistas.

Não escondo atraz do pseudônimo para atacar pessoas. Ataco conceitos. Com isso me resguardo. Mas dou ao blog o direito de vetar minhas opiniões.

Não sou jornalista (que pena!) mas sei das consequências de sê-lo aqui na província.

Para falar a verdade fiquei surpresso do Sete Dias publicar seu (excelente) artigo sobre o começo da administração do Maroca. Imagino o que o Chico deve ter escutado dos Paulinos. rsrsrsrsrs

No mais, quando eu for voltar a Brasília vou procurá-lo e vamos tomar umas, e rir bastante.

Um abraço.

Robson

Marcelo disse...

Realmente, o texto do Renatinho no Sete Dias foi excelente, mesmo não concordando com a crítica (Ainda é cedo para jogar pedras!).

O que fudeu com o mesmo foi o uso de uma única palavra: "nojenta". Desqualifou e rebaixou a crônica.

Se não fosse isso, levava 10.

O Coyote disse...

Renatinho e Robson:
Tudo acaba bem quando termina bem.(Essa foi ruim demais, não é)?
O desfecho desse nosso debate mostra que vocês são pessoas de bem e que só querem o melhor para nossa cidade.
Como sou servidor público, prefiro me manter no anonimato.
Abraços a todos.

Renato disse...

1) Renatinho é o c... Sequer o conheço.
2) Robson, assim vc me compromete.
3) Sinto nojo por nepotismo, portanto, não encontrei outra palavra naquele momento.
4) Quanto à resposta do irmão do prefeito, não importa a legalidade do ato. Por si só ele é imoral, nojento. Contraria o discurso do então candidato Maroca. Era isso que queria que eles entendessem.
5) Não entendo como um mero artigo pode repercurtir tanto. Não entendo como algo que deveria ser corriqueiro, normal em uma democracia, causa tanto reboliço. Realmente, pouco mudou nessa cidade.

Diadorim disse...

"O senhor deve de ficar prevenido: esse povo diverte por demais com a baboseria, dum traque de jumento formam tufão de ventania. Por gosto de rebuliço." (Guimarães Rosa)